Fica patente o inchaço no número de diretores, sem correspondentes gerências. Há 1 cargo de diretor de navegação aérea (só faltava ter de navegação marítima). Pelos menos dois cargos são sabidamente ilegais, os de comprador e procurador jurídico, que devem ser concursados. O prejuízo acumulado é de R$ 1.686.448,00. Um cabide de empregos que precisa acabar. Não é possível que os vereadores sérios deixem de tomar providências. É caso para CPI, e intervenção do MP. Podem cortar 8 comissionados. O balanço não é transparente. As despesas de pessoal são apresentadas junto com as despesas administrativas e gerais, numa única rubrica. Uma caixa preta que precisa ser desvendada. A situação é tão absurda que até Paulo Vergueiro sugere a extinção da empresa. A meu ver deveria ter o mesmo destino da Urbamar, que mesmo na UTI, consome dinheiro público e não morre. É mais um escândalo da administração Pupin/Barros.
Akino Maringá, colaborador