Pediria ao leitor Marcelo, que demonstrou ser entendido de empresa pública, analisando a Urbamar, que analisasse, também, o caso da SBMG, empresa igualmente de economia mista, mas com todas as características de pública.
Na publicação a prova de que o vereador Luciano Brito é realmente acionista da SBMG, pelo menos no papel, o que seria grave, pois é inadmissível que no setor pública possa existir situação de ‘papel’. Outro fato grave é que consta que ele é acionista desde 2012, antes de assumir como vereador, e ele mesmo disse que só assumiu um cargo no conselho em 2013. O caso da SBMG talvez mereça uma CPI. O que acha, vereador Mariucci? Que tal abrir esta caixa preta, vereadora Marly? Presidente Ulisses Maia teria coragem de enfrentar?
Akino Maringá, colaborador