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Geral

Dose dupla

Dose dupla
Manter vigilância constante é necessário, porque os amigos do alheio estão por toda parte. Em dose dupla melhor ainda, aliando a fidelidade territorialista do cão com a pantomina escandalosa da coruja. A convivência pacífica mostra que cada qual possui interesses distintos na relação, em que o respeito pelo espaço alheio é rigorosamente obedecido. Um exemplo de civilidade cada vez mais raro no ser humano…
José Luiz Boromelo

Akino

Dinheiro público ‘saindo pelo ladrão’

Em tempos de falta de água, lembramos das caixas de armazenamento do precioso líquido, onde há um dispositivo que é acionado quando elas enchem, a boia e também uma saída conhecida popularmente é chamada de ‘ladrão’, por onde vaza quando a boia falha.
Façamos uma comparação com o uso do dinheiro público para manutenção de servidores e CCs e existência de secretarias na administração municipal de Maringá. O racional, o lógico, o probo, com preocupação com a correta aplicação do dinheiro público, estabelece, digamos uma caixa, semelhante às de água, com as necessidades. Em Maringá, esqueceu-se de instalar a boia e há dinheiro público ‘saindo pelo ladrão’ (eventual duplo sentido fica por conta da interpretação do leitor), conforme vamos demonstrar em outra postagem. Estimo em R$ 20 milhões anuais, ou R$ 80 milhões em quatro anos, o que é muito dinheiro. Vereadores não podem se furtar (ladrão, se furtar?), a analisarem as nossas denúncias. Vejam os casos da Serei, Seac, Sesan, os gastos com o Gapre. Não é possível que nenhum vereador sério não veja que é um absurdo. O que acha, Dr. Manoel? O que diz Humberto Henrique, Mário Verri, Luizinho Gari, Da Silva, Ulises Maia? Para os demais não vou perguntar, pois sabemos que são comprometidos, mas se quiserem tomar providências destacaremos. Edson Luiz, Luciano Brito, Luiz Pereira, Cármem Inocente? Para Bravin, Jones Dark e Chico Caiana, Márcia Socrepa, Dr. Sabóia, talvez seja pedir demais. Vamos impedir este desperdício.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Solidariedade faz reunião

O SD, partido de oposição ao governo federal, cuja liderança mais aguerrida é o deputado Francischini, e em Maringá está sendo organizado pelo presidente Ulisses Maia, que é um político diferente do líder estadual. Ulisses é conciliador, moderado, não faz oposição simplesmente por oposição. Sem dúvidas é um nome que desponta para 2016, e já teria sido sondado por lideranças do PT, em Maringá, para uma composição, onde este entraria com o candido a vice. Recebi convite para participar de uma reunião dia 6, às 18h30 na Câmara Municipal, a propósito da postagem em que o leitor Rodrigo nos pediu sugestões de partido para filiar-se. Fica mais esta sugestão. Ulisses garante que o Solidariedade é independente, não sofre influência de condomínios partidários. Se puder, comparecerei.
Akino Maringá, colaborador

Cultura

Mais opções culturais

Viapar Cultural
No lançamento do 2º Viapar Cultural (leia mais), na última sexta-feira, o presidente da concessionária, Marcelo Stachow Machado, elogiou publicamente o assessor de Comunicação da empresa, jornalista Marcelo Bulgarelli, pelo apoio à opção do apoio a eventos culturais em Maringá e região. Baiano encantado por leitura, Machado lembrou que quando chegou a Maringá a vida cultural da cidade oferecia bem menos opções do que hoje.

Akino

Serei gastou R$ 152.568,00 em consultoria?

Analisando o orçamento de 2014 da Secretaria de Relações Interinstitucionais (Serei), que só existe em Maringá e Natal, observamos que havia uma previsão de gastos de R$ 216.566,00 com pessoal e, pasmem, R$ R$ 152.568,00 para serviços de consultoria. Ora, teoricamente a Serei é uma consultoria. Certo que na prática não tem qualquer função a não ser acomodar cabos eleitorais de políticos, inclusive deputados, mas daí a pagar por consultorias é demais.
Não tive tempo de ver o que foi gasto até agora e pediria a ajuda do presidente Ulisses Maia e do vereador Humberto Henrique. Por favor analisem as despesas e nos informem. Os senhores têm servidores capacitados para nos dar esta resposta. E mais uma sugestão: Façam um requerimento solicitando que a administração preste contas das atividades da Serei nos últimos dois anos. Poderiam? Ou tem a preocupação de causar constrangimento ao Pignata?
Akino Maringá, colaborador

Geral

Aguardando as medidas de segurança

Colisão de trens em Cubatão
Ontem pela manhã dois trens da ALL, carregados de açúcar e milho, colidiram na área urbana de Cubatão (SP), quase provocando uma tragédia. Os dois maquinistas saíram feridos e cerca de 2 mil pessoas ficaram sem energia elétrica, mas o acidente poderia ter sido bem mais grave. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas. O fato faz lembrar do risco de acidentes que existe também em Maringá, em especial no túnel do Novo Centro, com recente decisão da Justiça Federal em ação do MPF. Aliás, aguarda-se o cumprimento da determinação pelas medidas apontadas pelo Corpo de Bombeiros. Prevenir, como se diz, é melhor do que remediar.
Foto reprodução TV Tribuna

Akino

Fontes de origem e de de escoamento do dinheiro público, em Maringá

Vejam alguns números da proposta de orçamento para 2015, apresentados pela administração Barros/Pupin. Na primeira parte a origem da receitas, e na segunda como o dinheiro sairá pelo ralo dos desvios, para pagamento de comissionados sem qualquer função, em duas secretarias desnecessárias, a Seac e Sesan:
Origem da receita;
IPTU (Propriedade de imóveis urbanos) – R$ 103.840.000,00
ISS (Prestadores de Serviços) – R$ 120.530.000,00
ITBI (Transferências de Imóveis) – R$ 51.100.000,00
Fundo de Participação FPM – R$ 64.500.000,00
SUS/União – R$ 188.139.280,00
ICMS (Participação)- R$ 160.100.000,00
IPVA (Participação) – R$ 67.850.000,00
Dívida Ativa Tributária – R$ 11.000.000,00
Receita de Capital – R$ 97.464.184,00
Duas secretárias inúteis:
Assuntos Comunitários – R$ 1.404.438,00
Saneamento Básico – R$ 1.030.072,00
Akino Maringá, colaborador

Leitura

Trova

Tenho, por certo, em verdade,
bem vivo, embora pungente,
que a mais pungente saudade
é aquela de alguém… presente!
Maurício Friedrich

Midia

Revistas semanais

veja
Na mira dos corruptos – A revista Veja desta semana revela que advogados, empreiteiras e políticos envolvidos no escândalo do petrolão se dedicam a divisar um plano para torpedear o processo da Operação Lava Jato e desqualificar o juiz encarregado do caso, o maringaense Sérgio Fernando Moro. Os defensores estudam meios de impugnar o juiz sob a acusação de que teria coagido o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef a tentar a delação premiada. Leia trecho da reportagem aqui.

Epoca
O que o Brasil quer de Dilma Rousseff – Os brasileiros de todos os estratos sociais perderam a confiança para investir e consumir. Todos eles, especialmente os mais pobres, dependem de melhorias na economia. Esta deve ser, segundo a reportagem de capa da revista Época, a prioridade da presidente Dilma Rousseff.

Istoé
Mau começo – O país clama por mudanças, mas, depois da eleição, Dilma segue na mesma toada, observa a revista IstoÉ. Em menos de uma semana, atropelou o Congresso, adiou as trocas na equipe econômica e, ao contrário do que pregou na campanha, assistiu ao Banco Central aumentar a taxa de juros.

Crônica

Gente importante

padreorivaldoComentei, outro dia, o retiro espiritual que fizemos no mês passado. O pregador impressionou pela vastidão de conhecimentos e pela propriedade de colocações sobre nosso papel de servidores do povo de Deus. Dia 20 p. p., a CNBB informou que o papa Francisco o nomeou membro da Pontifícia Comissão Bíblica de Roma. Seu nome é padre Luís Henrique Eloy e Silva. É doutor em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma, professor universitário em Belo Horizonte, membro da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé e coordenador da equipe de revisão da Bíblia da CNBB. Depois dos cursos superiores de Filosofia e de Teologia, já padre, estudou mais oito anos na Europa (mestrado e doutorado). Tem formação musical, toca piano e fala oito línguas além do português. No Brasil e no Exterior disputam-no para conferências, palestras e pregações. E aí, é fraco o cidadão? Continue lendo ›