Como a CMO até hoje não julgou as contas de Fernando Collor de Mello dos anos 90 e 91, dá para se ter uma ideia de como o Legislativo brasileiro funciona. RB, como se recorda, teve contas também indicadas para rejeição (pela Comissão de Finanças e Orçamento) e conseguiu reverter no plenário do Legislativo, graças à ‘habilidade’ que a cidade conhece.
Além de atuar como zagueiro de Dilma na CMO, Ricardo Barros está empenhado em garantir o dinheiro do PAC e, em sua vesguice, articula a restrição da liberdade do governo de remanejar recursos do Programa de Aceleração do Crescimento sem a necessidade de pedir autorização ao Legislativo.
Na prática, quer mais poder para mexer no dinheiro do PAC, hoje restrito a 30% do valor da verba. Ele precisa da verba do Contorno Sul Metropolitano, afinal de contas.