De acordo com a Missiato, embora a cachaça Corote, cuja marca é registrada no INPI, fosse “sucesso de vendas e aceitação” em Alagoas, passou a sofrer grande queda. Então, descobriu no “mercado alagoano uma flagrante falsificação de seu produto”, a Coretto.
Em análise dos autos, a juíza de Direito Maria Valéria Lins Calheiros, da 8ª vara Cível de Maceió, verificou, além da semelhança entres os nomes das bebidas, a semelhança entre as logomarcas e os rótulos. O dano material será de exatos R$ 1.301,00.