Construções estão abandonadas dentro do Parque do Ingá

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O Parque do Ingá possui pelo menos quatro construções prontas há anos em seu interior que não são usadas ou são subutilizadas.
Poderiam tranquilamente servir para uma espécie de Centro de Apoio ao Turista, que está sendo construído ao preço de R$ 747.500,00 no meio do parque (geralmente, bases de apoio a turista são localizadas na entrada).


Pelo menos duas das construções nem os funcionários do local saber dizer a finalidade para a qual foram levantadas, pois nunca viram funcionando. Desperdício absoluto de dinheiro público, falta completa de tino administrativo e cuidado com a grana do contribuinte.
Uma delas foi anunciada como um museu, mas nunca abriu ao público. Outra, que fica na entrada do parque, o Espaço Ambiental, raramente abre.
O Parque do Ingá, com aspecto de abandono (tirolesa e arvorismo, anunciados na reabertura do local, também nunca funcionam), virou um sorvedouro de recursos públicos. Foi a escolha do ex-prefeito Silvio Barros II (sem partido), que, apesar de anunciar uma revitalização que previa até autopista com carrinhos elétricos, preferiu privilegiar o Parque do Japão, construído com recursos públicos e entregue por ele em 2014 a uma Oscip, que recebe mensalmente da Prefeitura de Maringá R$ 44 mil, de um total de R$ 13,2 milhões que o IPTU do contribuinte maringaense repassará nos 30 anos de concessão.
Veja abaixo as fotos de algumas das construções abandonadas que existem no Parque do Ingá, que tornariam desnecessária a construção do tal Centro de Apoio ao Turista, com dinheiro do Ministério do Turismo:

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Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.