Leitor, assíduo, inteligente, que não foge das discussões, comenta postagens independente do autor, fez um comentário interessante. Escreveu ele: ‘Políticos não passam de servidores públicos que, ao invés de prestarem concurso, são escolhidos pelo voto dos cidadãos. Quando o cidadão entender isso vai parar de se enxergar como “necessitado” e a eles como “autoridades” e passar a se enxergar como “patrão” e tratá-los como “empregados”. É isso. Quem tem que mudar não é o “funcionário”. O “patrão” que é ruim, e o patrão somos nós. Nós que temos que ser melhores patrões deles.’
Meu comentário (Akino): Penso exatamente assim.
O prefeito, por exemplo, é como o gerente que uma ‘grande cooperativa’, contratado pelo voto, com salários, em Maringá,de mais de R$ 22 mil, para administrar recursos que somam quase R$ 1 bilhão anuais, de maneira eficiente e proba, em nome de cerca de 400 mil cooperados. Que empresa contrataria alguém que já foi processado e condenado por improbidade? Você confiaria o seu dinheiro a uma pessoa assim? Daria uma procuração em branco?
Akino Maringá, colaborador