Revendo meu amigo Serginho
Ontem tomamos um café e tivemos uma conversa de mais de uma hora, eu e Sergio Yokoo, que conheci em Paraíso do Norte, no início dos anos 90, ele gerente do Banestado, eu do Banco do Brasil, e longe de sermos concorrentes, adversários, ficamos amigos.
Ele sai primeiro, acredito em 95, eu no começo de 96, de pouco nos vimos após este período. Certamente há mais de 10 anos não conversávamos tão longamente. Não nos víamos há mais de 8.
Recordamos os bons tempos, relembramos de amigos dos nossos tempos de Paraíso, inclusive alguns que já voltaram ao Plano Espiritual, como Anísio Tormena e recentemente Edneu Verdério, e falamos de política, assunto que temos algo em comum.
Sérgio foi um dos coordenadores das duas campanhas vitoriosa de de Beto Richa e também atuou na de Ulisses/Scabora, fato que eu nem sabia. Falamos de tudo um pouco e fiquei sabendo que ele tem um amigo de TCE, conselheiro, que foi seu sócio numa faculdade e por isso sabe de alguns fatos de bastidores, interessantes, e, embora não tenha pedido segredo, prefiro não divulgar.
Da política local, fiquei alguns fatos que desconhecia e que talvez pudessem mudar minha opinião sobre algumas pessoas. Vamos observar melhor para tirar as próprias conclusões.
Em comum mesmo, o fato de nós dois não querermos cargos púbicos, até porque as patroas não permitiriam e elas mandam, chegamos à conclusão. Um pouco, também, pelo nosso perfil, o que não nos impede de, ao nosso modo, participar a uma certa distância, não tão distante assim.
PS: Pouco a pouco vou percebendo que meus contatos não são tão poucos assim, como disse um amigo.
Akino Maringá, colaborador
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