O amor é eterno…

…se acabar, não era amor. Lembrei de uma frase, mais ou menos assim, que ouvi de Hélio Ribeiro, o maior comunicador que conheci na atual existência, ao ler de uma amiga de redes sociais, algo que assim resumo:

‘Querido Prefeito, meus pais me ensinaram a amar e perdoar sempre. Há momentos que eu deveria saber odiar, mas não sei. Isso às vezes é frustrante frente ao que se apresenta esse mundo’. (sic)
Pensei, pensei, e lembrei que o Mestre dos Mestres, que nos ensinando sobre sobre o amor, resumiu a Lei de Deus numa frase: ‘Amar a Deus, acima de qualquer coisa e ao próximo como a si mesmo.
E o que é o amor? O que é amar? Amar, no meu entendimento, é desejar sempre o bem e fazer tudo o que estiver ao alcance para ajudar que o outro fique bem, dentro da ‘legalidade’ das leis Divinas e dos homens (eu não posso ajudar alguém a cometer crimes, por exemplo, porque o amo).
Quem é cristão verdadeiro amará sempre. Odiar, nem que queira, aprenderá. Não há momento algum que odiar seria bom, a não ser do sentido figurado, como: eu odeio a falsidade, a hipocrisia, o egoísmo, a maldade, o orgulho no mau sentido, a vaidade’, o que seria em última análise demonstração de amor.
Estou procurando abolir da minha vida o verbo odiar, e em casa dizer odeio brócolis, odeio jiló, que as crianças costumam dizer, é repreendido. É fácil substituir o ‘odeio’ por ‘não gosto’. Gostar é diferente de amar. Posso não gostar de alguém, do seu jeito, da sua conduta, e amar. Assim desejo que seja para minha amiga, que até ter deixado de gostar do prefeito Ulisses Maia, da forma como administra, mas que se o amava (como um próximo), que continue amando, ou seja, desejando de coração, mandando vibrações positivas para que sua administração vá cada vez melhor. Eu amo até os corruptos, os criminosos, ou seja desejo para eles sempre o melhor e o melhor é que paguem pelos seus crimes, que sejam presos, devolvam o dinheiro roubado e assim parem de se comprometer com lei de causa e efeito, que lhes trará muitos dissabores nas existências futuras.
PS: Continue amando a Gisele também, ainda que eventualmente possa não gostar. Amo todos vocês, podem crer, caros leitores que dedicaram algum tempo para ler essas reflexões, de alguém que odeia ser odiado e que ama ser amado. Não sei se gosto de todos, mas amar, tenham certeza. E não é porque quero ser bonzinho. É para cumprir a Lei Maior, da qual ninguém escapa.’
Akino Maringá, colaborador