Saibamos ouvir
Ouve com serenidade sempre que a tal sejas convocado. Permite que o outro conclua o pensamento, não antecipando conclusões, certamente incorretas. Nem todos sabem expressar-se com rapidez e clareza. Escuta, portanto, com boa disposição, relevando as colocações e palavras indevidas,assim, buscando entender o que ele te deseja expor.
Se te acusa, procura a raiz do mal e extirpa-a. O diálogo deve sempre transcorrer sem azedume, deixando saldo positivo.Se te esclarece ou ensina, absorve a lição. Se acusa alguém, diminui a intensidade da objurgatória com expressões de conforto ao ofendido.
Que este texto de Joana De Angelis, psicografado por Divaldo Franco, no livro Vida Feliz, sirva para uma reflexão de todos nós, sobretudo dos que têm cargos de chefia, políticos do Executivo, por exemplo. Em tempos em que se fala tanto em articulação política (nova e velha), saber ouvir é fundamental. Felizmente, na condição de encarnados nossos pensamentos não podem ser lidos, ainda. Muitas vezes ouvimos coisas que gostaríamos de chutar o balde, falar umas verdades, mas nem sempre o conveniente. Leiamos, releiamos o texto, nele há ensinamentos profundo para treinarmos ouvir e controlarmos reações. Certamente evitaremos muitos conflitos. Saber ouvir perguntas de repórteres jornalistas, que muitos vezes não sabem ouvir respostas é imperioso. ‘Mentir jamais, falar a verdade, nem sempre’, aprendi.
Akino Maringá, colaborador
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