Má gestão recorrente

O quadro acima é do relatório de auditoria sobre as universidades paranaenses, feito por servidores do Tribunal de Contas do Estado do Paraná. Refere-se a 2017, com dados de 2016, quando quem dirigia a UEM era Mauro Baesso, que tinha o atual reitor como vice.

Como se vê, observa leitor, os exemplos de má gestão nas universidades estaduais são recorrentes, especialmente nos últimos 10 anos (se considerada a Lei dos Cargos de 2009). Aliás, por que não envolver o Conselho de Integração Universidade-Comunidade na discussão desses problemas?
“Lembremo-nos que as três chapas que em 2018 concorreram à reitoria da UEM prometeram a reativação do mesmo. Será que foi realmente reativado? Caso afirmativo, quem representa a comunidade nesse Conselho?”, questiona.
Os números do levantamento do TCE-PR, só para constar, mostram que as horas extras consideradas excessivas há três anos causaram impacto financeiro de mais de R$ 1,2 milhão, com “potencial de gerar prejuízos à saúde dos servidores e comprometimento do seu desempenho” (aqui).

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.