Maringá terá a primeira candidatura coletiva para vereador
Um grupo formado por lideranças dos movimentos sociais e de profissionais da cidade pretende, pela primeira vez na história, disputar a eleição para vereador de Maringá com uma candidatura coletiva pelo PT. A proposta havia sido colocada havia alguns meses.
Esse modelo, completamente inovador, na representação legislativa da história contará com cinco covereadores escolhidos e entre estes, um representante legal, que constará da urna eletrônica, visto que a legislação eleitoral não permite o registro de uma candidatura coletiva. Os cinco prometem, num acordo político, acabarem com a estrutura hierárquica de assessores, além disso, todos terão status de vereadores e dividirão o salário igualmente, sobretudo decidirão os projetos de lei coletivamente, assim a população já no período eleitoral, saberá quem comporia o futuro gabinete, caso a candidatura coletiva fosse eleita.
A história de mandatos coletivos surgiu na Suécia, em 2006, com o “Partido Pirata”. Em 2018, a candidatura coletiva ou compartilhada ganhou visibilidade com a eleição da bancada” ativista” e “juntas”, ambas eleitas, para deputado estadual em SP e PE pelo Psol.
Em Maringá, o grupo que pretende disputar a eleição em sistema de covereadores é formado por Amanda Rodrigueiro, professora; Célia Vilela, professora, ex-dirigente do Sismmar; Élida Rigonato, ativista feminista; Humberto Boaventura, advogado e ativista de direitos humanos e sociais; Jamile Fernanda, enfermeira-chefe da Santa Casa; Nathalia Ronchi, diretora do Centro Acadêmico de Direito da UEM; Marcia advogada e Saulo Ramos, comerciante, dos quais sairão os cinco candidatos a covereadores e o representante legal. A iniciativa tem o apoio do deputado estadual Arilson Chiorato, do PT.
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