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Empresa diz ter sido vítima de ‘absurdo equívoco’

A Belcher Farmacêutica do Brasil Ltda., de Maringá, que foi um dos alvos da Operação Falso Negativo realizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, divulgou nota nesta quarta-feira em que diz ter sido vítima “de um absurdo equívoco”. A empresa pertence a Daniel Moleirinho Feio Ribeiro e Emanuel Ramalho Catori. Confira a nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO
A empresa Belcher Farmacêutica do Brasil Ltda. vem a público esclarecer
que, no dia 2 de julho de 2020, foi surpreendida pelo cumprimento de mandado de busca e apreensão, em suas dependências físicas, expedido pelo Poder Judiciário do Distrito Federal.A investigação tem como a objetivo apurar supostas ilegalidades em
contratações de testes para detecção de covid-19 no âmbito da Secretária de Saúde do Distrito Federal, realizada por meio da Licitação nº 05.2020.
Importante esclarecer que a Belcher é vítima de um absurdo equívoco,
pois teve seus dados e informações criminosamente utilizados por terceiros, em processo licitatório, junto a SES/DF.
Assim, afirma-se, categoricamente, que a Belcher não participou da
Licitação n. 05/2020, tampouco formulou proposta de venda dos testes rápidos de covid-19 para Secretária de Saúde do Distrito Federal, não tendo qualquer relação com as demais empresas investigadas.
A Belcher está no mercado há mais de 10 (dez) anos sempre priorizando a
ética, a transparência e a livre concorrência, repudiando toda e qualquer ação ilícita, sendo certo que as investigações demonstrarão que a verdade virá à tona, provando-se a ausência de qualquer ilegalidade por parte da empresa”.

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