O trabalho de reconstrução e manutenção das redes elétricas danificadas pelo temporal desta quarta-feira conta com reforços de equipes de obras e de eletricistas de serviços e manutenção das cidades menos atingidas. As regiões Norte e Noroeste do Paraná foram as mais severamente afetadas pelo evento climático: até o momento, foram contabilizados 122 postes quebrados nas duas regiões. A partir do fim da manha, equipes das regiões Oeste e Centro-Sul chegam para dar apoio ao contingente mobilizado para as ações.
Na região Norte, foram 66 postes quebrados. Em Rancho Alegre, foram 18 estruturas quebradas e outras sete que deverão demandar trabalho de realinhamento. Em Lidianópolis, seis postes quebraram às margens da rodovia PR 466 e no distrito de Tupinambá, em Astorga, foram nove estruturas quebradas. Nesta manhã 9 mil domicílios estavam sem energia, em toda a região.
No entorno de Maringá, equipes de outras partes da regiões Noroeste auxiliam na substituição de 56 postes quebrados, sendo 24 deles em uma linha rural do município de Ourizona. Cerca de 8 mil domicílios estão sem energia na região, sendo 4 mil em Maringá e 1 mil em Paiçandu.
A Copel lembra que em dias de tempestade é importante seguir as orientações de segurança da Defesa Civil. Em casos de postes quebrados ou cabos rompidos, deve-se sempre manter distância, e avisar a concessionária. A falta de luz pode ser comunicada pelo site e aplicativo, pelo telefone 0800 51 00 116 e pelo WhatsApp 41 3013-8973.
Há ainda a opção de enviar uma mensagem de texto (SMS) para o número 28593, com as letras “SL” e o número da unidade consumidora. O serviço é gratuito e gera protocolo de atendimento, assim como os outros canais.
MARINGÁ – A Defesa Civil de Maringá divulgou, em relatório ainda em andamento, que 33 árvores caíram, a maioria no distrito de Floriano, sete veículos foram atingidos, assim como uma casa. Foram feitas as entregas de 12 lonas.
PS – Atualizando a quantidade de domicílios sem luz na região Noroeste: 3,6 mil. Em Maringá são 916 unidades consumidoras, e em Paiçandu, 477. Equipes da Copel permanecem em campo.
(Fotos: Copel/Reprodução/Defesa Civil)