Bolsonaro agravou a fome e agora vende o Auxílio Brasil como solução
De Leonardo Sakamoto, no UOL:
Após ser um dos responsáveis pela fome que faz com que brasileiros lutem por ossos e disputem sobras no caminhão de lixo, Jair Bolsonaro lança o Auxílio Brasil (pagando R$ 300 e R$ 400 no lugar do Bolsa Família) e quer a renovação do auxílio emergencial para manter suas chances na eleição de 2022. Ou seja, ajudou a piorar o problema e, agora, quer lucrar oferecendo soluções incompletas.
Ele insiste em afirmar que a fome foi gerada pelas quarentenas baixadas para evitar mortes. Mentira. Caso ele não tivesse sabotado sistematicamente as medidas de isolamento social e, ao mesmo tempo, combatido o uso de máscaras e comprado vacinas da Pfizer e da CoronaVac ainda no ano passado, a pandemia seria mais curta e a economia teria voltado a um (quase) normal antes, com menos fome, menos pobreza, menos desemprego, menos mortos.
Pelo contrário, quando a fome apertou (os tais 19,1 milhões de famintos, no final do ano passado, calculados pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional), ele cancelou o auxílio emergencial em 31 de dezembro e só retomou em abril, com valores mixurucas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375. Jogou lenha no fogo – gasolina não, porque já está custando mais do que R$ 7 o litro. Leia mais (para assinantes)
(Fotos: Redes sociais/Blog do Gilberto Lima)
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