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Aliado ao rico de dinheiro, mas pobre de educação, está o mesmo do mesmo do poder público

No acesso a chácaras de lazer, em São Domingos, o mau exemplo de alguns seres humanos

Do leitor:

“Para quem passa há anos ou há décadas, no trecho de Maringá a Paranavaí ou vice-versa, tem uma vista de doer a alma ali por perto de um dos pontos mais visitados por famílias, crianças e turistas.

Próximo ao Porco no Tacho (comunidade São Domingos), mostra bem a atitude do rico de dinheiro, mas pobre de educação, e o mesmo do mesmo do poder público.

Próximo deste ponto “do mau exemplo do ser humano”, há muitas chácaras de lazer, associações e sedes recreativas de sindicatos (ricos?).

Se ficar ali num final de semana ou de um feriado, nota-se os “carrões” que param, abaixam o vidro e arremessam seus sacos de lixos, inclusive, com restos de “comidas”. Nem tem o trabalho de descer e depositar de uma forma que amenizasse a situação.

Quem cuida do meio ambiente, do poder público, ou quem deveria incentivar o turismo na cidade, ou ainda, o dono das terras que está recebendo este “mal exemplo”, em fim, o ser humano irresponsável que ali fazem a sua arte e nada acontece, será que educam como as suas crianças?

O vento, a chuva e os cães espalham os lixos para “bueiros da rodovia, para baixo do trevo e para beira da rodovia. O mau cheiro aliado a vista horrível está ali, o dia todo, semana, dias, à noite, e o rico de dinheiro, mas pobre de educação, e o mesmo do mesmo do poder público devem fingir que nada acontece.

É mais caro coibir isto e dar uma ótimo visão como cartão de visita por quem passa ali ou limpar bueiros? O rico de dinheiro e/ou dono de chácaras não podem comprar mais um ou dois container?

Reclamei várias vezes, há anos, na Prefeitura e na Viapar e nem vou perder tempo em dizer o que me responderam. Parece na resposta pensam que eu quero me aparecer e me candidatar há alguma coisa. Por favor, nem quero me aparecer.

O mesmo do mesmo do poder público se arrasta por vários mandatos. Não é só neste mandato. A imprensa e o comerciante em geral sabem disso, mas a maioria prefere explorar a tragédia. Poucas reportagens e poucas atitudes de empresários preventivos, educativos. Tem algumas, mas, são poucas.

A prova disso, se vê no final dos expedientes do comércio em Maringá. Fecham as lojas e os lixos ficam nas suas calçadas e na rua na frente do seu estabelecimento. Se chover ou ventar às 18h30 no outro dia reclamarão que o bueiro da frente do seu estabelecimento está entupido. Não tem visão “macro” que à noite, por exemplo, pode passar um turista que está se hospedando na cidade.

No poder público, em todas esferas, está cheio de pessoas indicadas, sem concursos, mas, indicados politicamente. São políticos e a única coisa que se preocupam é garantir “votos”. É de admirar que um “gestor” não saiba disso e de que precisa é de ter um ou mais “Gerente Operacional, Executor” dedicação administrativa e não só de político. Daí está, o mesmo do mesmo do poder público.

Vários exemplos na cidade e na região, entre eles: (i) Ponto próximo ao Porco no Tacho que citei acima; (ii) Lixo na calçada e na rua da cidade após comércio encerrar o seu expediente; também tem mais um. Mas, há vários outros que sem um Gerente determinado o mesmo do mesmo vai continuar. (iii) Por exemplo, mais um: no lago do bosque, parque do ingá, tem um barranco de uns duzentos metros de comprimento, alto, de terra pura, sem nada. Quando chove a terra desce para o lago. Um “Gerente Operacional, Executor” (não político, com certeza vai plantar grama ou flores nesta terra pura. O político não vai fazer isto, pois não dá voto.

Dá para escrever um livro ou fazer um filme de mais de uma hora que na cidade e na região sem o “Gerente Operacional, Executor” e visão macro de um gestor com boas intenções, vamos viver por muito tempo do mesmo do mesmo do poder público e vendo, sem poder agir, apenas “cxhorar” a atitude do mau exemplo do rico de dinheiro, mas pobre de educação;

O povo merece gestores que tem ou não? Aliado ao rico de dinheiro, mas pobre de educação, está o mesmo do mesmo do poder público.”

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