A propósito do revelado ontem pelo programa Tribuna da Massa, estas são minhas considerações a respeito do vereador envolvido, que preferiu representar uma empresa em licitação pública do que fazer a obrigação para a qual foi eleito:
Para honrar o mandato, Maninho deveria ter cortado na própria carne. Mas não. Quase meio milhão de reais. O salário de vereador para ele tem o mesmo valor do torresmo; o mandato é um tira-gosto perto do que ele negocia. Deveria então deixar o mandato para outro. Que tal a volta do Fogueteiro? O eleitor que se sente enganado soltaria até foguetório.