As reclamações do prefeito
Ontem, no encontro com a imprensa, o prefeito Ulisses Maia criticou a burocracia do serviço público e o comportamento de alguns prestadores de serviços, detalhando porque algumas obras estão atrasadas, paralisadas e outras malfeitas ou que sequer foram iniciadas. Citou, entre outras, o asfalto na avenida Tiradentes e as das praças Regente Feijó e da Catedral.
Contou que desde 2018 vem tentando informatizar o trabalho dos agentes comunitários de saúde e os agentes orientadores do Estacionamento Rotativo Área de Estar, mas sempre tem algo que impede a concretização das licitações. Falou ainda do atraso na entrega dos uniformes escolares, pois a qualidade do material apresentado era inferior ao estabelecido no edital.
Do jornalista Everton Barbosa o prefeito ouviu uma interessante sugestão: a criação de um fundo por parte das construtoras – além das locais, Maringá foi ‘invadida’ por empreiteiras de fora – para ajudar a impedir o fechamento do Albergue Santa Luíza de Marilac, na rua Fernão Dias, tida como iminente se forem levantados novos edifícios naquela região, ocupada por pessoas em situação de rua e que dependem basicamente da assistência oferecida pelo estabelecimento.
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