Jesus incentivaria o armamento da população?

O reverendo Naamã Mendes publicou em sua página no Facebook, um  interessante texto, com o título com a seguinte pergunta: “Jesus compraria armas?”.

Pedindo licença para reproduzi-lo, ouso mudar o título, uma vez que certamente Jesus Cristo, o verdadeiro Messias, jamais precisou de armas quando esteve encarnado na Terra, e se voltasse hoje certamente seria contra o armamento da população, com faz outro ‘messias’, o Jair, cuja especialidade é matar, segundo ele mesmo. Eis o texto do reverendo:

‘Os sinais do fim dos tempos estão dados. São eles a falta de amor, de afeto e de compaixão. A indiferença, agressão, tem nomes nas ciências de comportamento: psicopatia e sociopatia são os sinais divulgados na mídia todos os dias.

Cada vez mais as pessoas se desumanizam em nome de manterem-se poder. Obsessões, taras, promiscuidade, abusos, enganos, mentiras, traições, violência são apoiadas usando-se o nome de Deus.

Lembremos das guerras, cruzadas e nos últimos anos das propostas políticas a favor da violência usando-se o nome de Deus. Atualmente olhamos para as lideranças políticas e cristãs, vemos com raras exceções, o de sempre: violência em nome de Deus.

Jesus mandou comprar uma espada. (Luc.22.36). Jesus estava indicando que eles teriam uma batalha. “Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada” (Mat. 10: 34). A batalha, apesar de ter implicações, não seria política nem de luta pelo poder. Eles anunciariam o Reino de Deus, por esta razão, seriam ridicularizados e perseguidos.

A cura de Malco, porém (Luc. 22.47-53), indica qual a batalha Jesus se referia, não uma batalha tradicional contra os poderes terrenos e exércitos humanos, mas contra o poder das trevas.

Nesta batalha não se usa armas humanas. Se vence as inseguranças e medos, não pela violência, mas pela presença do Senhor em nossos corações.

Jesus prometeu voltar e estar conosco todos os dias, morar nos nossos corações enquanto proclamássemos o seu Reino. Na insegurança ou na possibilidade de enfrentamento dos inimigos do Reino de Deus, não precisamos de metralhadoras nem fuzis. A presença dele é mais que suficiente.

Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. (João 14.23,27) ‘

E pergunto eu (Akino): Pastor precisa andar armado, como fez o ex-ministro Milton Ribeiro da educação? Evangélico, verdadeiro, aceita que se deva armar totalmente a população, como querem Bolsonaro e bolsonaristas?

Sobre a especialidade de Bolsonaro, ouçam o que ele mesmo disse:

Foto: Mart Production