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Pode-se aprender algo político com o cancelamento da formatura?

Festa promovida pela Brave em formatura de Medicina

Recebi duas considerações a respeito do episódio do cancelamento da formatura de Medicina de uma grande universidade particular em Maringá, que virou notícia nacional e chegou a envolver o prefeito, que certamente o fez de boa intenção. A segunda avaliação é de um observador de outra cidade. Por considerar que podem ajudar, vamos a elas:

Primeira análise – Esse negócio de querer tirar proveito de tudo quanto é desgraça para parecer bom moço não é visto com bons olhos. Sem contar que fica evidente que é pura politicagem com interesse eleitoral.

Até um leigo sabe que o Procon não tem nenhum poder nesse tipo de situação. Os lesados precisam de um advogado que entre com uma ação de reparação e peça uma medida cautelar para bloqueio de contas bancárias.

A maioria desses estudantes também não são de Maringá e não votam aqui. Faltou fazer esse cálculo.

Segunda análise – Elitizaram muito o curso de Medicina. Tem algo muito errado nisso.

Elitizaram tanto a ponto de um prefeito se dispor a fazer reunião com os formandos e colocar a estrutura do poder público pra eles.

Foto: Brave

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