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Aparentemente, Barros não considera os imprevistos

A ser verdade que foi o deputado federal licenciado Ricardo Barros (PP) que contratou uma pesquisa que foi fartamente divulgada pelo pessoal mais chegado a ele, trata-se de um verdadeiro tiro no pé. E não só pelo tempo que ainda falta para a eleição municipal e pela ausência de vários pré-candidatos no formulário apresentado ao eleitor para a escolha estimulada.

É muito pela voracidade que ele tem em ser, além de deputado não oficial, secretário estadual que se autonomeou na cota do partido junto ao governador, e também por insistir, via terceiros, que obrigatoriamente haverá segundo turno na eleição de 2024. Hoje, qualquer beócio falaria isso. Mas política não funciona assim.

Perguntem para o prefeito Ulisses Maia e os que o ajudaram na reeleição, em 2020. Todos eles contavam que haveria segundo turno, tudo estava pronto para enfrentar uma nova eleição no final de outubro daquele ano. Para surpresa dele, não houve.

Afinal, já disseram, o imprevisto é a coisa mais previsível que existe.

Foto: Roberto Dizura/AEN

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