Seis vigilantes que trabalhavam em centros municipais de educação infantil e escolas de Maringá estão ingressando junto ao Ministério Público do Trabalho contra a empresa LAS Segurança, vencedora do processo licitatório que contratou seguranças particulares para atuar nesses estabelecimentos. O motivo alegado é discriminação, pois todos têm sobrepeso, apesar de terem sido considerados aptos para as atividades através de atestados de saúde ocupacional.
No final de agosto a empresa não forneceu uniformes a cerca de 12 vigilantes, alegando não possuir a numeração. Desde então foram removidos de um grupo de aplicativo de mensagens e não conseguiam ser atendidos pelo responsável. Diante da situação, um grupo contratou um escritório de advocacia para solicitar judicialmente indenização por danos morais.
Levantou-se que houve tentativas inclusive de servidores públicos que trabalhavam nos Cmeis para a manutenção de vigilantes, sem sucesso. O MN também tentou, sem sucesso, contato com a empresa. A ação pode incluir ainda o município de Maringá, por ter realizado o processo e ter responsabilidade pela contratação.
Foto meramente ilustrativa: SVCG