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Um triste fim?

Uma sigla que tem muita gente que manda e ninguém pra ser candidato em 2024

Em política tem coisa que criança percebe que está fora da ordem, como acontece em Maringá, terceira maior cidade do Paraná, onde o PSD do governador Carlos Massa Ratinho Junior e do prefeito Ulisses Maia parece mesmo que não vai ter candidato próprio ao Executivo na eleição municipal de 2024.

O município elegeu quatro deputados federais, um renunciou (Enio Verri) e outro se licenciou (Ricardo Barros), restando Sargento Fahur e Luiz Nishimori, ambos do PSD. O PSD tem ainda um deputado estadual, Evandro Araújo, que foi cogitado mais de uma vez para ser secretário de estado e é tido como um dos bons novos nomes na política. Sem esquecer o presidente local do partido, o empresário Francisco Favoto, secretário municipal, e que para muitos poderia ser melhor aproveitado. Na Câmara Municipal o partido tem um vereador, Belino Bravin, que até manifestou-se em aplicativo de mensagem que votará no candidato do União Brasil.

Além de Araújo e Favoto, o PSD tem outros nomes que poderiam encabeçar chapa própria em Maringá, além da disposição (e logomarca) do secretário de Saúde, Clóvis Melo, que politicamente não consegue se fazer. Porém, apesar disso tudo o partido do governador terá, no máximo, a se julgar pelas análises de hoje, uma candidatura a vice do MDB – partido que outrora foi uma grande bandeira e hoje está mais para uma simples flâmula de bicicleta.

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