“Se aprovado…”

Três anos atrás o Ministério da Saúde negou PDP para produção de medicamento pelo Tecpar em Maringá.
O parque tecnológico pode ser um novo Hospital da Criança? As atividades do parque tecnológico iniciado ontem dependerão de muitas condicionantes?
Trecho do release divulgado ontem pelo governo do estado sobre o evento na prática comandado pelo PP: “Em outra frente, o Tecpar submeteu quatro projetos de produção de vacina para fornecimento ao Ministério da Saúde, dentro do Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Se aprovado, o Tecpar poderá produzir e fornecer, a partir de Maringá, vacinas contra a raiva humana, varicela e poliomielite, além da vacina Pneumo 23, que protege contra doenças causadas por 23 tipos de pneumococos. Esses projetos estão em fase de análise pelo Ministério da Saúde”.
Em 2021 o mesmo ministério deu parecer contrário ao PDP que previa a produção em Maringá do trastuzumabe, princípio ativo referência contra um dos tipos mais graves de câncer de mama oferecido de graça no SUS desde 2013. Por meio da PDP, o trastuzumabe foi oferecido em 2018 pelo Tecpar para o Ministério da Saúde por R$ 1.293,10, valor 37% acima dos R$ 938,94 cobrados pela Roche. Foi na gestão Barros que o acordo entre o ministério, a Roche e o Tecpar foi firmado.
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