O que será o amanhã?


Responda quem puder: pepista defensora da intervenção militar tem futuro incerto depois de ter votado em favor de vereadora do Novo, de quem recebeu críticas
Única vereadora do PP a votar pela não cassação de Cristianne Costa Lauer (Novo), condenada por improbidade administrativa (enriquecimento ilícito), Giselli Patrícia Caetano De Lima Bianchini, ex-presidente do Pros e ex-candidata a deputada estadual, estará diante de dúvidas a partir de amanhã.
Ela se tornou uma espécie a ser evitada pela maioria, pois votou contra seu próprio grupo político e no fim ainda acabou criticada pela própria vereadora cassada. Pior: deve perder mordomias políticas que buscava desde o instante em que foi eleita vereadora.
Depois de passar por gabinetes de poderosos pedindo cargo para seu marido, que chegou a ser nomeado (segundo ela, sem conhecimento) para cargo no governo do estado, acabou assessor do deputado federal Ricardo Barros – a pessoa mais atacada por Lauer e seu agrupamento.
A vereadora cassa me fez lembrar o slogan do dr. Said Felício Ferreira numa de suas administrações: ser exemplo para exigir exemplo.
PS – Parabéns aos vereadores que puniram o cometimento de imoralidades, depois de mais de três horas de sessão: Akemi Nishimori, Ângelo Salgueiro, Bravin Júnior, Diogo Altamir da Lotérica, Flávio Mantovani, Guilherme Machado, Ítalo Maronezi, Jeremias, Lemuel do Salvando Vidas, Luiz Neto, Majô, Maninho, Mário Hossokawa, Mário Verri, Odair Fogueteiro, Pastor Sandro, Professora Ana Lúcia, Sidnei Telles, Uilian da Farmácia e William Gentil. Vaias para Daniel Malvezzi e, principalmente, para Giselli Bianchini.
Foto: Marquinhos Oliveira/CMM
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