O bem se faz em silêncio. O resto é teatro

“Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que a tua esmola fique oculta”  – Mateus 6,3-4).

Rápidas reflexões em época de Natal|:

Do Frei Dennyss: Procure fazer o bem sem tocar trombeta, sem anunciar o que você faz! Deixe que o Pai, que vê o que está oculto, conceda o prêmio que Ele desejar para você!

Do Diário Espírita: O bem precisa ser divulgado, mas quem o faz não deve esperar reconhecimento nem buscar autopromoção.

Da Canção Nova: As boas obras devem ser praticadas em segredo, no íntimo do coração, visto que vivemos na época da publicidade, da propaganda, onde tudo aquilo que as pessoas fazem têm de ser mostrado num cartaz e ser proclamado em alto e bom tom. As boas obras não precisam de exposição, pois aqueles que a recebem sentem o toque da generosidade, e esta, quando é verdadeira, é também gratuita.

Da Inteligência Artificial: Fazer o bem sem anunciar ou propagar é um ato de pura altruísmo e generosidade silenciosa. Essa prática enfatiza que a virtude da ação reside na ação em si, e não no reconhecimento público que ela possa gerar.

Ilustração Reprodução/Geraldo Rufino