O jogo de Curi para 2026 sem Ricardo


Nos bastidores, o silêncio da não citação do nome de Ricardo Barros por Alexandre Curi não passou despercebido
A entrevista do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi, ao programa Jornal da Manhã, da Jovem Pan, movimentou os bastidores da política paranaense e levantou questionamentos sobre o tabuleiro que começa a se formar para 2026.
Durante a conversa, Curi comentou sobre o posicionamento do Republicanos, que deve seguir a orientação do presidente nacional da sigla, Marcos Pereira, já declarado favorável ao nome do senador Flávio Bolsonaro em uma eventual disputa presidencial.
Ao mesmo tempo, o próprio Curi afirmou que apoiaria o governador Ratinho Junior caso ele confirme candidatura ao Palácio do Planalto. O nome do governador é apontado como possível aposta do PSD, legenda comandada nacionalmente por Gilberto Kassab, que articula o lançamento da candidatura em São Paulo.
A combinação das duas posições abriu espaço para interpretações nos bastidores. Se o Republicanos seguir a orientação nacional e subir no palanque de Flávio Bolsonaro, enquanto o PSD confirmar Ratinho Junior na corrida presidencial, o cenário poderá exigir escolhas políticas delicadas dentro das próprias alianças no Paraná.
Mas um detalhe chamou atenção de quem acompanha a política de Maringá e do estado: durante toda a entrevista, um nome de peso simplesmente não apareceu na conversa — o do deputado federal Ricardo Barros, um dos principais articuladores políticos da região.
Nos bastidores, o silêncio não passou despercebido. Em um jogo político que já começa a desenhar o cenário de 2026, a ausência do nome de Ricardo Barros na discussão acabou se tornando, para muitos observadores, um dos pontos mais curiosos da entrevista. Afinal, no xadrez da política paranaense, raramente uma peça desse tamanho fica fora do tabuleiro por muito tempo.
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