Sem a cor

Após empate, voto de Minerva da CEPPHAC decidiu pela retirada da cor tradicional da Capela Santa Cruz

Na reunião de hoje da, a maioria da Comissão Especial de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Maringá decidiu por descartar a cor que durante décadas marcou a Capela Santa Cruz, no Maringá.

A cor não será preservada com o voto de Minerva do atual secretário de Cultura, após empate de 4 a 4 dos comissários. Divulgou-se que a Arquidiocese de Maringá teria orientado pela cor de madeira envernizada. Sugeriu-se que, a exemplo da Catedral, a capela seja iluminada com luzes com tom amarelo. Tanto o secretário quanto o escritor Reginaldo Dias, que é historiador, votaram contra a manutenção do amarelo (que havia sido mantido no primeiro restauro, nos anos 1990) sob a alegação de que a Igreja pediu.

Até onde se sabe, haverá recurso contra a decisão da CEPPHAC, visto que a pigmentação faz parte do conjunto do bem tombado.

PS – Para o pesquisador JC Cecílio, a cor é ocre ou mostarda, e não amarela.

Foto: Arquivo