Depois da criação de 1 quilo de alimento não perecível para participação popular em eventos públicos e privados o que era para ser simplesmente uma doação em favor de quem precisa passou também a ser explorado por malandros.
Além de grupos que se apropriam das proximidades de eventos e vendem o alimento a um preço bem maior que o praticado no mercado, surgem agora os que se aproveitam para descartar produtos vencidos. Aproveitando que na hora da entrega não há preocupação com o fim da validade, o que pode, se consumido, eventualmente causar problemas de saúde, como o crescimento de bactérias como Salmonella, E. coli e Staphylococcus, fungos e toxinas.
Recentemente evento realizado em Maringá arrecadou 800 quilos de alimentos não perecíveis e uma parte, embora pequena, era de arroz, feijão e outros embalados já vencidos. Ao invés de praticar uma doação, nem sempre espontânea, fazem um descarte de coisa vencida.
Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF
