Lama e história

Em meio à sujeira do barro, esta é a situação do pedaço de calçada que ficou conhecido como “Viva Maringá“, na frente do Hotel Bandeirantes, quando trabalhadores da obra desenhada por Bellucci marcaram a virada de 1954 para 1955.

É impossível ver que ali há (ou havia) uma inscrição. Poderia ter uma preservação melhor, mas nos últimos anos quem se preocupou com isso? A história se deteriora em meio a uma obra que sequer a havia percebida, o Eixo Monumental Dom Jaime Luiz Coelho, que anda a passos de tartaruga e que não se sabe quando terminará.

Foto: MN