Colégio apura ameaças

As ameaças a “professores petistas” foram feitas em grupo de WhatsApp; nota do estabelecimento afirma que não há risco à segurança

O Colégio Pro, de Maringá, divulgou hoje que alunos trocaram mensagens de teor violento, incluindo ameaças, em um grupo privado de WhatsApp. A escola repudiou qualquer forma de violência, ameaça ou intolerância e informou que agiu imediatamente após tomar conhecimento do caso.

Segundo o comunicado oficial, a instituição identificou os alunos envolvidos, conversou individualmente com cada um, convocou e se reuniu com todas as famílias, e aplicou as medidas pedagógicas e disciplinares previstas no regimento escolar. Após avaliação cuidadosa, a direção afirmou que não identificou risco real à segurança de alunos, professores ou funcionários.

Por se tratar de adolescentes, a escola informou que os detalhes e a identidade dos envolvidos permanecem restritos à instituição e às famílias, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente. Pediu que não sejam compartilhados nomes, imagens ou prints que permitam identificação.

O Colégio Pro ressaltou que não tem posicionamento político-partidário, respeita todas as posições, mas não aceita que nenhuma delas seja defendida com ameaças ou agressão. As atividades seguem normalmente e a direção se colocou à disposição das famílias.