Dinheiro público ‘saindo pelo ladrão’
Em tempos de falta de água, lembramos das caixas de armazenamento do precioso líquido, onde há um dispositivo que é acionado quando elas enchem, a boia e também uma saída conhecida popularmente é chamada de ‘ladrão’, por onde vaza quando a boia falha.
Façamos uma comparação com o uso do dinheiro público para manutenção de servidores e CCs e existência de secretarias na administração municipal de Maringá. O racional, o lógico, o probo, com preocupação com a correta aplicação do dinheiro público, estabelece, digamos uma caixa, semelhante às de água, com as necessidades. Em Maringá, esqueceu-se de instalar a boia e há dinheiro público ‘saindo pelo ladrão’ (eventual duplo sentido fica por conta da interpretação do leitor), conforme vamos demonstrar em outra postagem. Estimo em R$ 20 milhões anuais, ou R$ 80 milhões em quatro anos, o que é muito dinheiro. Vereadores não podem se furtar (ladrão, se furtar?), a analisarem as nossas denúncias. Vejam os casos da Serei, Seac, Sesan, os gastos com o Gapre. Não é possível que nenhum vereador sério não veja que é um absurdo. O que acha, Dr. Manoel? O que diz Humberto Henrique, Mário Verri, Luizinho Gari, Da Silva, Ulises Maia? Para os demais não vou perguntar, pois sabemos que são comprometidos, mas se quiserem tomar providências destacaremos. Edson Luiz, Luciano Brito, Luiz Pereira, Cármem Inocente? Para Bravin, Jones Dark e Chico Caiana, Márcia Socrepa, Dr. Sabóia, talvez seja pedir demais. Vamos impedir este desperdício.
Akino Maringá, colaborador
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