Não seria lavagem de dinheiro…
… nomear centenas de CCs para o serviço de cabos eleitorais e pagamento de acertos políticos?
Pensando nos mais de 300 CCs desnecessários que atuam na Prefeitura de Maringá se não só servem de cabos eleitorais para Ricardo Barros e outros políticos com os quais fez acordos eleitorais. Que custariam caro, se fossem pagos com recursos próprios. Que este dinheiro não poderia sair de maneira aparantemente lícita dos cofres públicos, questiono se não podemos considerar o crédito em conta desses servidores, com o pretexto de estarem prestando serviço9s ao município, uma verdadeira lavagem de dinheiro.
Analisem, as leis complementares 931 e 937/2012, insisto e verão as barbaridades contidas como o cargo do Leopoldo Fiewiski que não tem atribuições definidas e outros tantos, especialmente o casos dos Assessores I, II, II e IV, com as mesmas atribuições e remunerações diferentes.
Peço, mais uma vez aos vereadores Ulisses Maia, Humberto Henrique, Dr. Manoel, Mário Verri e todos que não têm a ‘cauda amarrada’, por indicações e nomeações, que levem o caso do TCE-PR e ao MP.
Akino Maringá, colaborador
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