‘Welli Ton Schiavone Andrade’

Este poderia ser o nome de um dos vereadores de Maringá, nos últimos 4 meses. Seria uma mistura do titular W. Andrade, que tirou licença de 122 dias, com o suplente Ton Schiavone, que assumiu. Há informações de que Andrade saiu de licença mas não liberou o gabinete para uso de Ton. E os assessores? Não teriam que tirar licença também? Se ficaram, eram assessores do licenciado ou do substituto? Há quem diga que Ton ficou um vereador ‘sem gabinete’, ‘ sem assessores’ , talvez por isso,  ‘sem rumo’ .
Minha opinião: Esta licença de Andrade precisa ser melhor explicada, se bem que até no Senado acontece algo parecido. Aqueles dois dias de licença saúde, que somados aos 120 de licença interesse permitiram a convocação do substituto,  é coisa de enredo de novela. Quem foi o mentor? Se o vereador só tem o compromisso de comparecer na Câmara em dias de sessão e mesmo nos dias pode justificar a ausência , precisaria tirar licença saúde? Por que W. Andrade abriria mão dos subsídios  líquidos de cerca de R$ 17.000,00 no período? Outra atividade? Pelo que sabe nenhuma atividade impede a exercício simultâneo do cargo de Vereador. O que fez nesses 122 dias?
PS- Explicando: Vereador pode tirar licença de até 120 no interesse particular, mas o suplente só pode ser convocado caso a licença seja superior a 120 dias. Então? 2 dias de licença saúde. Certamente W. Andrade estava doente, senão o médico não teria assinado o atestado.

Akino Maringá, colaborador