Secretária foi para confundir, não para explicar

Em sua exposição na Câmara, ontem, a secretária Márcia Socrepa usou a mesma tática do diretor da Urbamar. Abusou da retórica e falácia, tentando passar a idéia de transparência  e um grande trabalho à frente da Seduc, apresentando números fantásticos, conquista do Ideb previsto para 2015. Quanto aos temas como a compra do Acervo da TV Cultura e livros da Editora Globo, sem licitação, e que estão sob suspeita, foi evasiva e omitiu a  a verdade. Disse que não houve compra do Acervo da TV Cultura, o que não é verdade. Houve a compra no valor de quase R$ 500.000,00, o material recebido e só foi devolvido graças a denúncias de irregularidades levantadas por este modesto colaborador, publicadas no blog do Rigon, e providências tomadas pelo vereador Humberto Henrique. Talvez para confundir disse que o Acervo da Editora Globo (livros) era necessário e ajudou muito para se atingir o Ideb previsto para 2015. Ora, os livros só chegaram  em dezembro de 2009, e ficaram guardados já que havia a suspeitas de irregularidades. Como poderiam ter ajudado?
Minha opinião: A secretária  foi para confundir e não  para explicar. Dr. Manoel levou-lhe a bola. Flávio Vicente idem, Marly, ficou em cima do muro e apenas Mário Verri e Humberto Henrique questionaram. Quem conhece a realidade das suspeitas que pairam sobre a Seduc não ficou nem um pouco convencido. Os menos atentos podem ter ficado com boa impressão.

Akino Maringá, colaborador