Pré-candidato preso por porte ilegal de arma comanda grupo em vigília no TG
Reportagem de Dayani Barbosa no Jornal do Povo de hoje informa que um grupo fará revezamento 24h por dia na frente do Tiro de Guerra e programa carreata na avenida Brasil, depois que o acampamento foi desmontado e permaneceram somente duas tendas. Uma “resistência” pela intervenção militar está programada para acontecer todos os dias, às 19h. Na avenida Mandacaru ficaram pedaços de cavaletes da Secretaria de Mobilidade Urbana.
Trecho da matéria diz que um dos líderes do movimento é Edison Camargo, que comandou o palavrório nas tendas, ontem. Ele se identifica como Capitão Camargo. “O protesto está bem menor, mas esse grupo resiste ainda que em menos quantidade”, disse ele. A vigília já acontecia antes da obstrução do canteiro central e da ciclovia da avenida, por dois meses.
Camargo, que é filiado ao Avante (que formou a coligação que elegeu Lula presidente) e pré-candidato a vereador em 2024, foi preso recentemente pela Polícia Federal por crime de porte ilegal de arma, em sua casa. Ex-candidato a vereador de Guaíra, de onde veio para Maringá, ele alegou que a arma era de sua mãe. Pagou fiança de R$ 5 mil e foi liberado, depois gravou vídeo na frente do Posto G10 e disse ter sido preso a mando do ministro Alexandre de Moraes, que na verdade havia expedido apenas um mandado de busca e apreensão. A arma estava escondida numa bota. Ele não é o único pré-candidato a liderar a participar do ajuntamento de pessoas que não admitem o resultado das urnas. A presidente municipal do Pros, Giselli Bianchini, também participava da manifestação antidemocrática. O Pros também integrou a coligação que elegeu Lula.
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