A situação em alguns partidos

Giselli, durante ato na frente do TG, não preside mais o Pros de Maringá

A advogada Giselli Patrícia Caetano de Lima Bianchini, do movimento Patriotas Conservadores de Maringá e uma das líderes do acampamento defronte o Tiro de Guerra que pedia intervenção militar com Bolsonaro no poder, não é mais presidente do Partido Republicano da Ordem Social (Pros).

Ela ocupava o comando da executiva provisória desde o final de junho do ano passado, e deixou o cargo no último dia do ano passado. O Pros de Maringá, desde então, está sem representação, apesar de ter um vereador no Legislativo.

A saída Giselli, que recebeu auxílio do governo federal durante a pandemia, foi candidata a deputada estadual e ajudou a patrocinar a ceia no acampamento que reuniu golpistas, não é a única mudança na política partidária maringaense. O Partido Liberal, o mesmo do presidente Jair Bolsonaro, também está sem comando desde abril do ano passado, com a saída do deputado federal Luiz Nishimori, hoje no PSD.

O PL tem vereador e um deputado estadual, o Delegado Jacovós, que transferiu o título de eleitor para Maringá para ser candidato a prefeito em 2020 mas nunca assumiu oficialmente o partido, embora dê as cartas. Como no ano que vem haverá eleição municipal, a demora é vista até com preocupação por pré-candidatos a vereador.

Finalmente termina no dia 21 o mandato da executiva municipal do Republicanos, outra sigla bolsonarista em Maringá. O partido tem um vereador, Delegado Luiz Alves, que deve assumir em breve a presidência da executiva.

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