Confira a programação das festividades de Nossa Senhora da Glória nesta terça

Catedral de Nossa Senhora da Glória, em Maringá

O dia de Nossa Senhora da Glória, padroeira da cidade, da Catedral e da Arquidiocese de Maringá, é comemorada em 15 de agosto. Amanhã, feriado municipal em Maringá, a solenidade de Nossa Senhora da Glória terá programação especial com procissão às 16h seguida de santa missa campal na praça da Catedral. Em caso de chuva, a celebração será dentro da igreja.

A concentração para a procissão será às 15h30 no Centro de Convivência Comunitária Deputado Renato Celidônio, em frente à agência dos Correios, na avenida XV de Novembro.

Às 7h, os fiéis são convidados a rezar oração das Laudes com a (re) entronização de imagens da Virgem Maria nos lares. Com a devida honra, haverá o repicar dos sinos em todas as paróquias de Maringá, ao meio-dia, em louvor a Maria santíssima.

Encenação na praça – Também nesta terça-feira, após a santa missa das 17h, o fiéis terão mais um presente no dia da padroeira. Pela primeira vez, o mesmo grupo teatral que apresenta A Paixão de Cristo, irá encenar a peça “Dormição e Glória – Uma Ode à Virgem”, na praça da Catedral.

A proposta é retratar os últimos momentos da vida de Maria de Nazaré, mãe de Jesus Cristo. Sua morte é chamada de dormição pela tradição cristã. Essa mesma tradição diz que ela foi elevada de corpo e alma para o céu, e lá, coroada como rainha do céu e da terra. Entre cantos gregorianos, e outras canções dedicadas à Virgem Maria, a história promete emocionar o público.

História – A primeira paróquia de Maringá foi criada no dia 2 de abril de 1950 e dedicada à Santíssima Trindade. Com a proclamação, a 1º de novembro de 1950, do dogma da Assunção de Maria aos céus em corpo e alma, o então Bispo de Jacarezinho, dom Geraldo de Proença Sigaud, decidiu dedicá-la a Maria assunta aos céus. Por decreto de 5 de agosto de 1952, a paróquia do centro de Maringá passou a ter como padroeira Nossa Senhora da Glória.

Criada a Diocese de Maringá (1º de fevereiro de 1956), tornou-se Catedral, isto é, igreja mãe da diocese, cátedra do bispo. (C/ Arquidiocese de Maringá)