Só um Messias pode salvar a Câmara de Maringá

Li no blog do Messias Mendes, a propósito da defesa do aumento para 23 cadeiras de vereadores na Câmara de Maringá feita por Flávio Mantovani, e reproduzo: “Corretíssima a análise do Flávio, principalmente no que diz respeito à responsabilidade do eleitor, que é afinal, a quem cabe escolher seus representantes. Aproveito para reiterar minha posição sobre essa discussão do número de vereadores: trata-se de um debate estéril, despropositado e hipócrita. O que conta não é o número de cadeiras, mas a qualidade de quem irá ocupar essas cadeiras a partir de janeiro de 2013. Claro que 23 eleva o orçamento da Câmara, mas na matemática social e política, 15 pode ser mais pesado aos cofres públicos do que 23. Salvando as exceções, que são poucas infelizmente, a atual Câmara Municipal de Maringá tem um custo social elevadíssimo. Não pelo dinheiro público que sua estrutura consome, mas pela maneira torpe com que sua maioria se comporta, ante os projetos danosos que a “administração cidadã” faz aprovar. A Câmara custa uma ninharia para Maringá, quase nada. Mas o Amém F.C tem um peso que eu, por exemplo, me recuso a ajudar a carregar.”
Meu comentário: Faço minhas as palavras do experiente e bom profissional do jornalismo, Messias Mendes, e complemento. Só um Messias, palavra que segundo a Bíblia significa alguém de quem o Espírito de Deus se apoderava, fazendo com que o eleito realizasse maravilhas, pode salvar a Câmara de Maringá, nos livrando da Turma do Amém.

Akino Maringá, colaborador