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… diria o Rigon. Há mais de 2 anos venho batendo na tecla de que muitos cargos comissionados na administração da Câmara de Maringá são desnecessários. Em 6 de agosto ultimo fiz este comentário: “O vereador Heine poderia explicar o que fazem os seis assessores para Assuntos Comunitários; quatro assessores de Relações Institucionais; seis assessores parlamentares da Mesa; um assessor parlamentar da Presidência; um assessor de Apoio para Assuntos de Planejamento; um assessor executivo; um assessor de Cerimonial; um assessor especial para a TV Câmara; um assessor de Gabinete da 1ª Secretaria. Se provar que esses comissionados trabalham 30 horas semanais, dentro das atribuições que estão na lei e que produzem algo de bom para o contribuinte, nunca mais falarei e escreverei uma linha, com críticas à Câmara. Desafio qualquer especialista em administração a provar que esses cargos são necessários na estrutura administrativa do legislativo. Não é por culpa das pessoas que estão nomeadas. Elas não fazem, porque não há o fazer. ( …)”
Vendo a postagem do Rigon: “Serão exonerados no final deste mês os seguintes cargos ligados à Presidência da Câmara de Maringá: seis assessores parlamentares da mesa, seis assessores de relações institucionais, quatro assessores para assuntos comunitários, um assessor de cerimonial, um assessor especial, um assessor executivo, um assessor de apoio para assuntos de planejamento”.
Tenho a prova (Akino) de que estou certo. Há outros cargos que podem ser cortados, continuo desafiando o 1ºsecretário (que como médico sabe tudo e disse que poderia salvar José Cláudio) a nos convencer que estamos errados.

Akino Maringá, colaborador