A palavra, flexível, do IAP
“Aquela área é inadequada. Se fosse licenciada hoje, nós não autorizaríamos a implantação de um aterro sanitário naquele local (…). O ideal é o tratamento do lixo e a recuperação do passivo daquela área (…). O IAP não vai abrir mão de não recuperar aquela área”. As palavras são de Paulino Mexia, então responsável pelo escritório regional do orgão em Maringá, num programa da TV Cultura, alguns anos atrás. O que aconteceu de lá pra cá? O IAP permitiu e continua permitindo que o lixo continue sendo depositado ali, em área contígua (Pedreira Ingá). O negócio, milionário, é um dos xodós da administração municipal.
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