Akino

Deputados: gastos com combustíveis

Uma coisa que me intriga é o gasto com combustível, pelos nossos deputados. Analisei só os de Maringá e em janeiro, mês de recesso, foram os seguintes: Nishinori, R$ 4.355,11; Dr. Batista, R$ 2.745,40; Enio Verri, R$ 4.491,61; Quinteiro, R$ 4.026,65; e Cida não gastou. Em média, considerando o preço da gasolina, os gastos dos nossos deputados dá para rodar cerca de 16.000 kms. Tudo isto foi gasto na atividade parlamentar? Em janeiro, mês de recesso? A serviço da Assembleia?  Gostaria que os senhores nos explicassem. Imaginemos o que gastaram os outros ( não tive tempo para verificar). Para sermos ‘justus’, a deputada Cida Borghetti não gastou com combustíveis, mas em compensação torrou mais de R$ 12.000,00 em divulgação da atividade parlamentar.  Será que neste caso dos gastos ressarcidos, também não temos fantasmas?
Em tempo: Nas viagens para Curitiba todos os deputados, salvo engano, vão de avião, com passagens pagas pelo contribuinte. 

Akino Maringá, colaborador

Um apelo ao prefeito Pupin

Caro prefeito em exercício, por favor resolva este caso do Acervo. Convoque o secretário Bovo, que teria feito elogios ao senhor recentemente, chame o Ulisses Maia, competente chefe de Gabinete e peça que providenciem um decreto de  cancelamento daquele ato de inexigibilidade de licitação que foi ratificado por Silvio II em 28/10/09, para compra do Acervo da TV Cultura. Determine o cancelamento dos empenhos feitos em 5/11/09, afinal todas as informações são de que o Acervo foi devolvido, confirme com o Manzato. Sabemos que o senhor tem competência para tal. Não vá ficar só com o ônus de ter assinado aquele ato de inexigibilidade de licitação dos R$ 48.000,00 para a a Frente Nacional de Prefeitos (se eu fosse o senhor mandava cancelar também, pois  é fria) .

Akino Maringá, colaborador

Licitação para o Acervo da TV Cultura

Há indícios de que se tentará uma saída via licitação, como aconteceu no caso da Editora Globo. O processo já estaria com a Diretoria de Administração, e de fato o acervo não foi devolvido. Se isto aconteceu é grave, pois há documentos indicando que houve a devolução, como foi noticiado pelo vereador Humberto Henrique e neste caso teriam sido fraudados. A verdade é que nunca se provou que este acervo tem utilidade para educação. Cheira um esquema, em que alguém está levando vantagens e não pode se concretizar. Se fizerem uma licitação, certamente a empresa que vendeu ganhará.  Um conselho: Devolvam, esqueçam do caso, pois se for mexer fica complicado. O processo deve ter documentos que comprometerão muita gente. Devolvam urgentemente. Lembramos, mais uma vez, que por menos de R$ 8.000,00 deu cassação em Sarandi. Arruda foi preso e cassado e ninguém esperava por isso. A RPC conseguiu denunciar um esquema monstro na AL. Não confiem demais na força de Ricardo Barros junto ao Judiciário, no TCE e seu domínio na Câmara Municipal. As coisas estão mudando. Um dia a casa cai.

Akino Maringá, colaborador

Fantasmas, fantasmas e mais fantasmas

Estamos todos chocados com o noticiário envolvendo o escândalo da Assembléia principalmente quanto ao desvio de recursos, via funcionários que nunca apareceram para trabalhar, considerados fantasmas. Mas qual a diferença entre o caso da Assembléia e da Prefeitura de Maringá, onde alguns comissionados não têm o que fazer, ainda que compareçam diariamente ao trabalho? Não seriam igualmente fantasmas? E na Câmara de Maringá? Aqueles ‘assessores’ que só fazem trabalho de cabos eleitorais, também não podem ser considerados fantasmas?  Na minha visão há fantasmas, fantasmas e mais fantasmas assombrando o erário. Precisamos exorcizá-los e as  próximas eleições é um bom momento. Vamos ser ‘justus’, não votando em deputados que não assuma claramente uma posição contra os fantasmas, ainda que isto tenha como conseqüência ficarmos (Maringá) sem representação parlamentar.  Esperamos posições firmes de Cida, Enio , Batista, Quinteiro e Nishimori. Precisamos acabar com os ‘assessores fantasmas’ aqueles que só recebem e se trabalham, o fazem apenas como ‘cabos eleitoreiros’.

Akino Maringá, colaborador

Aguardando a resposta

Será que a Prefeitura de Maringá já respondeu o requerimento da Câmara de autoria da vereadora Marly  com pedido de informações sobre a empresa? Que providências o Legislativo tomará para responder às nossas denúncias de que a Urbamar é um mero cabide de cargos comissionados, a maioria como diretores, e deve ser extinta para estancar  sangria de recursos públicos? Estamos aguardando.

Akino Maringá, colaborador

CQC do caso do Acervo

Há informações de que o pessoal do CQC recebeu mais de uma solicitação para apresentar o quadro ‘proteste já’, retratando o caso da compra do Acervo da TV Cultura pela Seduc de Maringá, por quase R$ 500.000,00, sem licitação. A produção do programa já teria ligado para a secretaria na última sexta-feira pedindo informações. Na edição desta segunda dever ir ao ar matéria da Seduc de Barueri, que foi censurada, por decisão judicial. Vamos ver se há semelhanças com os casos de Maringá. Nos próximos dias poderemos ter mais informações. Enquanto não tivermos a certeza que o material foi mesmo devolvido , os empenhos cancelados, e que o pagamento não foi efetivado´, tudo pode acontecer.
Akino Maringá, colaborador

Licitações viciadas

A Prefeitura de Maringá (não sei se só ela) estabelece preços para licitação de obras, a meu ver de maneira equivocada. Fixa-se o valor global da obra, mas não estabelece valor de cada item. Exemplo a grosso modo: na licitação para construção de uma escola estabelece  o valor máximo de R$ 1.000,00,  dividos pelos itens 1-  Piso; 2 Paredes; 3  Teto . Obviamente para se chegar a este valor foram calculados os preços de cada item, mas estes não são informados aos interessados. O que acontece: geralmente se apresentam três concorrentes (dizem que combinados entre si quem vai ganhar) . O primeiro apresenta; R$ 1.000,00 de valor global; divididos em: Piso R$ 300,00; Paredes R$ 400,00 e Teto R$ 300,00.  O segundo apresenta valor global de R$ 990,00 assim divididos: Piso R$ 280,00; Paredes 420,00 e  Teto R$ 290,00. O terceiro orça  em R$ 995,00 sendo: Piso R$ 280,00; Paredes R$ 440,00 e Teto R$ 275,00.
A empresa ganhadora,  com R$ 990,00, apresentou um preço R$ 20,00 superior à primeira no item piso e R$ 5,00 superior à terceira, com relação à paredes. Logo o seu preço poderia baixar de R$ 990,00 para R$ 965,00, se a Prefeitura tivesse fixado preços máximos por itens. O resultado é que se paga 2,6% a mais do valor orçado e nem estamos considerado que este valor já está superfaturado. Numa obra de R$ 1.000.000,00,  são R$ 26.000,00. Claro que é só um exemplo. Pelo que dizem as coisas são feitas para dar no mínimo 10%.  Fica a sugestão para que se mude a forma de licitar e os preços máximos sejam estabelecidos, item, por item. Com a palavra os vereadores, fiscais do dinheiro público. Fala-se que 99,9988% das licitações são viciadas. O percentual lembra a participação que temos na Urbamar.

Akino Maringá, colaborador

Acervo: mais confusão em Rio Claro

O vereador Sérgio Carnevale, de Rio Claro (SP), está questionando a compra do Acervo da TV Cultura classificando como gasto absurdo e desnecessário a compra. Só lembrando, lá foram R$ 427.000,00 aqui em Maringá R$ 482.000,00. Pelo jeito tem vereador pensando como nós que também achamos que é um gasto absurdo e desnecessário. A secretaria poderia explicar.

Akino Maringá, colaborador

Ganhei o dia

O amigo Fuji envia o significado no nome Akino. Aki, em japonês, significa estação de outono e no seria em. Logo Akino Maringá ,significaria Outono em Maringá. Fui ao mister Google e encontrei outra análise. Vou comentar apenas o final. Ser uma pessoa teimosa, na minha atividade atual, entendo que é uma qualidade. Estou teimando em não deixar que casos como do Acervo da TV Cultura e da Urbamar não caiam no esquecimento com prejuízos para o contribuinte.

Akino Maringá, colaborador

Prefeitura precisa licitar o transporte coletivo

Transitou em julgado no último dia 3 o processo 568.64-0, no STF em que a Câmara de Maringá, trabalhando contra o povo, questionava decisão do TJ-PR, que declarou inconstitucional lei de 1999, na gestão Gianoto, prorrogando o a concessão à TCCC por 15 anos, prorrogáveis por mais 15. Com isso a sentença é definitiva, já que o Supremo decidiu que o recurso da Câmara foi apresentado fora de prazo e nem apreciou o mérito. Assim a Prefeitura precisa abrir licitação para exploração dos serviços. De se destacar o empenho da vereadora Marly e o trabalho do MP do Paraná. Há quem considere que o prefeito já deveria ter aberto a licitação, desde 2005.

Akino Maringá, colaborador

Licitações secretas?

Algumas vezes o Rigon tem postado que licitações da PMM publicadas não aparecem no Portal da Transparência, onde são disponibilizadas as últimas. Hoje constatei isso ao pesquisar uma que saiu no DOU, relativo ao Restaurante Popular, mas que encontrei buscando pelo número. Seria um caso parecido com os diários secretos da Assembleia? Uma falha dos sistema? Dúvidas, muitas dúvidas. Com a palavra, o pessoal da Secretária de Administração.

Akino Maringá, colaborador

Restaurante Popular

A novela prossegue. Os recursos foram liberados em 30/11/2007 e até agora não se concluiu a obra. O  Rigon encontrou esta licitação no Diário Oficial da União. Procurei no Portal da Transparência da Prefeitura e no primeiro nomento não achei. Na página em que aparacem relacionadas as últimas licitações não consta. Só pesquisando pelo número tivemos acesso. Parece que querem esconder algo.

Akino Maringá, colaborador

Mais um giro…

…pelos amigos da imprensa:  Pinga Fogo repercutiu a não aprovação do regime de urgência para o projeto que disciplina o horário de funcionamento de bares e restaurantes, que incorporou o de Evandro, revogando a lei seca ao redor das universidades. Gostei. Ele fez questão de destacar que o projeto é do Executivo. Que o prefeito mobilizou sua base para não aprovar e regime de urgência. Que é contra a revogação. Enalteceu o esforço de Evandro. Irônico, deu umas cutucadas em Sílvio II, dizendo entre outras coisas, que só falta proibir a carne também. Léo Junior, sem citá-lo, desceu a madeira em Evandro, repercutindo a fala de John. De volta ao Pinga Fogo, perdi a entrevista de Quinteiro, que deve ter falado do escândalo na Assembleia (ontem não consegui ouvi-lo na CBN). Não vi o Fabretti e no Canário assisti a entrega de um carrinho de compras. Ah, antes li na coluna do Ravagnani que ele também desceu o cacete em  Evandro e em estudantes que bebem e não estudam.  O vereador certamente não processará Leo Junior e Milton Ravagnani, pois como bom político sabe que este não é melhor caminho, afinal todos têm liberdade de opinião. Pessoas públicas precisam acostumar com as críticas.  Sobre o Léo Junior, posso estar enganado, mas senti uma ponta de rivalidade com o Pinga Fogo. O importante é que todos são independentes e têm o compromisso apenas com o telespectador, que, garantem, não deixarão ser enganado.

Akino Maringá, colaborador

Pitangueiras

Gostaria de saber se houve e qual foi o resultado daquela licitação estranha em Pitangueiras, onde a prefeitura se propunha a pagar pela locação de uma motoniveladora 81 R$ 100.000,00, valor que seria maior do que o preço de para a compra do equipamento. Havia índicios de licitação dirigida. Que a câmara e os contribuintes não ‘chorem pitangas’, depois. É preciso agir agora. Se estiverem convencidos de que houve irregularidades denunciem ao MP. Façam CPI, com fizeram em Sarandi. E o prefeito, fique esperto. O pessoal está de olho.´Se estiver tudo certo, informe-nos.

Akino Maringá, colaborador

Tensão na Câmara de Maringá

O clima ficou tenso entre os vereadores Evandro e John, na sessão de ontem. Defensor ferrenho da não revogação da lei seca, John pediu aparte à vereadora Marly, dizendo que nunca na história da Câmara um vereador havia requerido o regime de urgência para proposição de outro (votava-se requerimento de Evandro). Evandro, por seu turno respondeu que nas gestões John viu coisas que nunca tinha visto na Câmara. Na resposta John foi contundente, dizendo que a proposta de Evandro era eleitoreira e que ele tinha sido desonesto com os donos de bares ao vender a ideia de que teria votos para revogar a lei seca. Esperto, pediu ao presidente que não desse a palavra para Evandro responder, no que foi atendido.
Nossa opinião: O vereador Evandro está no seu papel e não pode ser acusado de estar fazendo campanha política. Quem não está? Requião? Lula? Serra? Tem o apoio de vereadores como Humberto, Manoel Sobrinho, Mário Verri. Acho que está cumprindo o seu papel de representante de contribuintes que se sentem prejudicado pela Lei.  A vereadora Marly, como já dissemos foi a grande vencedora e também está no seu papel ao exigir que a sua proposta, que resolve o caso dos comerciantes prejudicados, já que dará um tratamento igual para todos, seja votada, mas não em regime de urgência, já que está ‘dormindo’ nas comissões desde 2008. É preciso um amplo debate. John está fazendo o papel de líder do prefeito, e também está com a razão. Já Heine está mais em cima do muro do que Pilatos. Ah ia esquecendo, Sabóia também foi contundente, tanto com Marly quanto com Evandro. Bravin, falou que a Câmara está parecendo o Senado, com a pauta trancada. O presidente Hossokawa se revela cada vez mais equilibrado, pacificador, ponderado, enfim um bom presidente.

Akino Maringá, colaborador

CQC no caso do Acervo

Leitora sugere e vamos pensar. Que tal levarmos o caso da compra do Acervo
da TV Cultura para o CQC?  Depois do caso de Barueri, acho que pode ser uma boa,
já que ninguém explica o que aconteceu, e pelo jeito enganaram até o vereador
Humberto Henrique.
Akino Maringá, colaborador

Boas propostas de Evandro Junior

Criticamos quando necessário, mas temos que destacar que a proposta de lei do vereador Evandro Junior obrigando o replantio de todas as árvores arrancadas é muito boa. Parabéns. Nesta questão da revogação da Lei Seca, entendo que também tem razão. Não se pode proibir a venda até 150 metros e deixar que a 151 venda. O problema merece uma ampla discussão e concordo com os que entendem que a lei prejudica comerciantes que já estavam estabelecidos. Mas entendo que não basta simplesmente  a revogação, é oportunidade para discutir o projeto da vereadora Marly regulamentando horário para fechamento dos bares e restaurantes. Esperamos que o vereador consiga nos dar mais este presente, transformando em lei esta parceria com a experiente vereadora, com a qual até o Pinga Fogo concordou, e todos sabemos que a opinião do apresentador de maior audiência, na televisão, no horário do almoço, tem um peso considerável.

Akino Maringá, colaborador

Um giro…

…pelos programas da hora do almoço: Canário entrevistou o Cileninho, antes usou uma peruca. Pinga Fogo foi irônico ao comentar o silêncio dos deputados sobre os ‘fantasmas’. Fabretti apresentou mais uma reportagem municipal sobre a gripe A. Léo Junior está curioso para saber onde estão os R$ 9,5 milhões que vieram para ‘salvar Sarandi’ (também quero saber). A RPC continua batendo no caso da assembleia. Um abraço a todos e, em nome do Rigon, obrigado pelas visitas ao site. Aqui no Maringá é preciso fazer como a RPC está fazendo. Precisamos mais reportagens investigativas. 
Akino Maringá, colaborador

Temos a mesma opinião

Assistindo aos programas da hora do almoço notei, pelo comentário, que eu e Pinga Fogo temos a mesma opinião quanto ao silêncio dos deputados sobre o escândalo dos ‘fantasmas’ da Assembleia. Assim como já tínhamos feito pelo manhã, em postagem, o apresentador disse que estranha o silêncio de 53 deputados sobre o caso. Colocou -se á disposição para entrevistá-los, mas acredita que não falarão. Reforço aqui o pedido para Enio, Cida, Batista, Nishimori e Quinteiro se manifestem e iniciem um movimento pelo afastamento imediato dos envolvidos. Ou será que todos têm ‘cauda amarrada’?

Akino Maringá, colaborador

Acervo: as verbas

Pelos empenhos16074-16075 e 16076, efetuados pela Prefeitura de Maringá, em 5/11/09, as verbas utilizadas para pagamento da compra do Acervo da TV Cultura, pela Seduc seriam: R$ 201.487,50 do Fundeb, R$ 151.160,40 proveniente de impostos vinculados à educação básica, o mesmo acontecendo com os restantes R$ 129.847,50. Dúvidas: Por que a distribuição, se eram todos DVDs? Por que a divisão das verbas? Sabemos que uma prefeitura de Santa Catarina comprou o mesmo acervo pela Secretaria de Assistência Social, para idosos, em Maringá seria para crianças.  Os empenhos já foram cancelados? O Ato de dispensa de Inexigibilidade também? O acervo foi mesmo devolvido, ou procede a informação de que está no depósito da Seduc? E a informação dada ao vereador Humberto Henrique? Verdadeira ou falsa? Será os pagamentos não foram efetuados?

Akino Maringá, colaborador

Gastos com esportes

A Prefeitura de Maringá empenhou no final de fevereiro R$ 108.000,00 para a Associação Maringaense de Vôlei de Praia; R$ 195.600,00; e para a de Handebo, R$ 195.036,00. Nada contra, pode ser até legal, mas para os catadores de recicláveis, aquele projeto de Humberto Henrique, até agora nada. Surpreendeu-me termos aqui a Associação de Volei de Praia, consideramos que não temos praia. Não ficaria melhor o volei de areia? Gostaria que os senhores vereadores pedissem prestação de contas e nos confirmassem a legalidade dos repasses. A Secretaria de Esportes e Lazer merece uma atenção especial, mas por enquanto só temos tempo para a Seduc. Ajudem-nos caros vereadores, ajudem a fiscalizar a aplicação do dinheiro público.

Akino Maringá, colaborador

O escândalo na Assembleia

Foram rídiculas as medidas tomadas pela Assembleia do Paraná para apurar as denúncias feitas através da RPC. Por que o diretor não foi afastado? Recadastramento de funcionários? Quem confia num trabalho desses? Gostaria que os deputados de Maringá fossem mais incisivos na exigência de apuração dos fatos. Será que não temos fantasmas nos seus gabinetes também? Por fantasmas podemos entender aqueles que nunca foram a Curitiba trabalhar, embora atuem como cabos eleitorais. Precisamos nos mobilizar e se for o caso fazer uma campanha pela não reeleição de todos os 54. A faxina é necessária. Quem não estiver comprometido com a ética e a correta aplicação do dinheiro público não pode ser nosso representante. O que pensam Cida, Enio, Batista, Quinteiro, e Nishimori? Não ouvi nem li qualquer manifestação. Por enquanto só o PPS, como partido, se manifestou.

Akino Maringá

Em Pitangueiras, uma licitação estranha

Tivemos acesso ao resumo do Processo  de Licitação 005/2010- Pregão Presencial  0001/2010, em que a Prefeitura de Pitangueiras quer locar por um ano uma motoniveladora ano 81, que no mercado custaria, para compra, R$ 55.000,00, e está disposta a pagar R$ 100.000,00. Pelos dados e exigências, a impressão que dá é que é um negócio dirigido e o pregão é mera formalidade. Certamente a Câmara de Vereadores, composta por representantes do povo interessados na correta aplicação dos recursos públicos, se interessará pelo assunto. Se assim não for o Ministério Público poderá ser acionado. Com a palavra o prefeito, para explicar, pois a não ser que estejamos muito  enganados, aí tem algo de errado.

Akino Maringá, colaborador

Marly foi a grande vencedora

Na batalha promovida por Evandro, com apoio do Pinga Fogo, pela revogação Lei Seca a vereadora Marly foi a grande vencedora na sessão de ontem, pois verá votado um projeto de dificilmente entraria  na pauta pelos próximos dois anos, aquele que regulamenta o fechamento de bares a partir de determinado horário. Quem imaginaria que até John a apoiaria uma proposta da vereador? Apertado por Humberto, por um comportamento totalmente diferente há 2 anos, o ex-presidente até que se saiu bem, dizendo que a opinião do colega o fizera mudar.
Minha opinião:  A lei seca é, de fato, injusta com alguns comerciantes e precisa ser revogada, mas, com a insistência de Marly  e outros setores abre-se a possibilidade de discussão sobre um assunto polêmico, igualmente relacionado à venda de bebidas alcoólicas. Acho que é bom o projeto da vereadora. Até o Pinga Fogo achou. E o presentinho de aniversario do Evandro ficou para mais tarde. Não é Silvia Leticia?

Akino Maringá, colaborador

Assuntos que não podem ser esquecidos

Lembramos aos senhores vereadores que temos alguns assuntos que não podem ficar esquecidos: Acervo da TV Cultura. Foi devolvido? Urbamar: Quando será analisada a utilidade ou não?  Secretarias desnecessárias: Serei, Semulher, Sede, e outras.Como disse o vereador Heine, vamos voltar ao assunto muitas vezes. Em alguns casos, se os vereadores prevaricarem e não quiserem cumprir os seus deveres  de fiscalização da correta aplicação do dinheiro público representando o contribuinte, ainda restará o Ministério Público, o Tribunal de Contas e o Judiciário. O que não podemos e deixar que a ‘memória curta’ prevaleça.

Akino Maringá, colaborador

O que faz a Semulher?

Segundo o orçamento para 2010, a Secretaria da Mulher  possui  uma Casa Abrigo da Mulher Vítima de Violência, cuja manutenção custará R$ 76.664,00, dos quais R$ 45.784,00 serão de salários e encargos. O Centro de Referência e Atendimento à Mulher terá gastos de R$ 220.662,00, dos quais R$ 157.495,00 serão com salários e encargos.
Resumindo:  A Semulher atende, fundamentalmente os interesses de suas mulheres funcionárias, o que reforça a nossa opinião de que pode ser uma Gerência da Sasc, com um custo bem menor, deixando de ser um cabide de CCs.

Akino Maringá, colaborador

A estrutura da Semulher

Este é quadro de comissionados da Secretaria da Mulher: uma secretária recebendo subsídio de R$ 7.430,00; uma diretora administrativa R$ R$ 4.750,00; três cargos CC2, R$ 3.000,00 cada; um CC3  R$ 2.104.27; dois CC4, R$ 1.310,95; e cinco cargos FGs – são ao todo 13 cargos comissionados e não sabemos quantos funcionários de cargo efetivo. Pelo orçamento para 2010, serão gastos com pessoal, encargos, diárias, R$ 578.502,00, de um total de R$ 659.945,00 orçados para gastos da Secretaria.  Como podemos perceber, considerando que se todos os comissionados e funcionários da Semulher forem mulheres, a secretaria é muito importe para as mulheres. 
Akino Maringá, colaborador

Opinião sobre Evandro Junior

Este rapaz vai longe, simples, humilde, inteligente, dedicado… Foram palavras do apresentador Pinga Fogo, logo após a exibição de mais uma reportagem e entrevista com o vereador, com direito  a imagens de uma das sessões da câmara em que aparece colhendo assinaturas para o projeto de revogação da Lei Seca. Os mais ingênuos acreditaram que foi uma matéria jornalística. Os mais desconfiados, que é propaganda eleitoral. Outros perguntarão: Quanto está custando? Da minha parte, para usar uma expressão popular: “me engana que eu gosto’.

Akino Maringa, colaborador