Brasil

A crise

1 – Comissão do impeachment encerra fase de debates após mais de 13 horas. 2 – Moro diz que não pensa em política para julgar, mas ‘leis, provas e fatos’. 3 – Zelador do edifício Solaris, onde Lula teria tríplex, é demitido. 4 – IstoÉ: Propinas e caixa 2 no gabinete de Dilma. 5 – Veja: Governo Dilma está fechando para balanço. Últimas boquinhas. Corra! 6 – Executivo consegue aprovação de R$ 37,6 bi para quitar pedaladas fiscais.

Acampamento gigante

Obedecendo ao ex-presidente Lula, o Movimento dos Sem Terra anuncia que a partir de domingo, junto a outros movimentos, começam a montar um acampamento gigante na Esplanada dos Ministério, para pressionar o Congresso Nacional a não aprovar o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT).
Estima-se que da região noroeste do Paraná devam sair pelo menos vinte ônibus, a partir da próxima segunda-feira, para ajudar na manifestação. As caravanas pretendem se instalar no Congresso.

A crise

1 – MPF diz que empresa de Lula alterou provas para induzir Justiça a erro. 2 – Moro solta Silvinho do PT e mantém preso empresário do ABC. 3 – Pedaladas fiscais dispararam sob Dilma, diz relatório do Banco Central. 4 – Planalto quer amarrar partidos ‘por baixo’ até impeachment e evitar desgaste de loteamento. 5 – Deputado indicado por Dilma a vice-liderança do governo na Câmara vira réu no STF. 6 – Resultado da votação na comissão do impeachment ainda é incerto.

A crise

1 – Governo avalia cumprir acordos só após Dilma se livrar do impeachment. 2 – Antecipação de eleição presidencial ganha respaldo entre senadores. 3 – PT perde um terço dos prefeitos que elegeu em São Paulo. 4 – O que Dilma faz por um voto… 5 – Após lavar as mãos, Dilma fará sumir sabonete. 6 – PT programa mais uma manifestação de artistas pró-Dilma.

A crise

1 – Impeachment tem ao menos 261 votos na Câmara dos Deputados; contrários chegam a 117, conta Estadão. 2- “Se tudo der certo, quinta-feira eu assumo a Casa Civil”, diz Lula em Fortaleza. 3 – Caiado diz que Dilma incita ‘crime e prevaricação’. 4 – Investigadores da Lava Jato esperam que Bumlai colabore com a “Carbono 14”. 5 – Governo absorve 72% do crédito do país e desidrata setor produtivo. 6 – Eliane Catanhede: Se vier Temer, o cenário é de incerteza. Mas e se Dilma ficar? 2 –

A crise

1 – No vale-tudo para escapar do impeachment governo vai distribuir R$ 50 bilhões em emendas e negociar 600 cargos, além de R$ 1 milhão por cada voto favorável e R$ 400 mil para o parlamentar que se prestar ao covarde papel de se ausentar da votação. 2 – Presidente do Instituto Lula pede anulação da Carbono 14. 3 – A Lava Jato confirma o elo entre o petrolão e o caso Celso Daniel. 4 – Para Planalto, Lula estancou sangria de aliados. 5 – ‘Coxinhas’ dominam manifestações pró e anti-Dilma em São Paulo. 6 – STF nega pedido de inclusão de delação de Delcídio no pedido de impeachment de Dilma.

A crise

1 – Operação de Santana reforça suspeita de caixa 2 em reeleição de Dilma. 2 – Governo vai salvar dos cortes as emendas de congressistas, apesar de contingenciamento. 3 – Procuradoria denuncia sete políticos do PP implicados na Lava Jato. 4- Sobram crimes, diz autora do pedido de impeachment. 5 – O Antagonista: Viva o Panamá! 6 – Após Mãos Limpas, sistema político da Itália está infinitamente melhor.

Mercadão parlamentar

O Palácio do Planalto está oferecendo 1,5 milhão de motivos para que deputados do PP, PSD, PR e nanicos permaneçam na base, informa O Antagonista.
O pacote oferecido por emissários do governo inclui cargos estratégicos e promessas de apoio para a campanha de outubro. O Antagonista soube que um deputado gravou a oferta pouco republicana. Continue lendo ›

A crise

1 – Aos gritos de ‘Fora PT’, PMDB deixa governo em reunião de três minutos. 2 – Nelson Barbosa e Lodi Ribeiro farão defesa de Dilma no impeachment. 3 – Cunha aprova na Mesa da Câmara projeto para mudar composição do Conselho de Ética. 4 – Governistas tentam adiar depoimentos de testemunhas na comissão de impeachment. 5 – Serra é vaiado em Portugal por manifestantes pró-Dilma.

Quem agora ataca Moro antes insultava Barbosa

andre vargas

Do Diário do Poder:

Os que hoje atacam o juiz Sérgio Moro e o ministro Gilmar Mendes, por decisões contrárias aos interesses do governo e do PT, na gatunagem investigada pela Lava Jato, foram os mesmos que há quase dois anos, em junho de 2014, divulgaram manifesto denunciando “arbitrariedades” do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, por manter na Papuda os ladrões transitados em julgado do mensalão.Continue lendo ›

Entidades pelo impeachment

Do Blog do Moreno:

Lideradas pela Fiesp, centenas de entidades da indústria, comércio, serviços e agricultura assinam e publicam amanhã – dia da reunião do PMDB que vai decidir pelo rompimento com o governo – nos principais jornais do país anúncio de sete rodapés sequenciais duplos defendendo o “impeachment já”.Continue lendo ›

A crise

1 – Crise econômica fecha mais de 4 mil fábricas em São Paulo em 1 ano. 2 – Sergio Moro deve enviar hoje planilha ao STF. 3- Ex-ministro diz que impeachment tem fundamento jurídico. 4 – Câmara votará impeachment com fragmentação partidária recorde. 5 – Governo mapeia e já redistribui cargos do PMDB entre aliados. 6 – Para ex-ministro do STF, discurso de aliados de Dilma ‘coloca a paz em risco’.

Exageros

De Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:

A doutora Dilma diz que o juiz Sérgio Moro colocou “em risco a soberania nacional” ao divulgar telefonemas em que ela estava na outra ponta da linha.
Falso como depoimento de comissário. A conversa da doutora com Lula não tratou de assunto relacionado com a soberania do país. Também não envolveu qualquer recurso criptográfico. Se Moro tivesse divulgado um trecho de telegrama secreto, esticando-se a corda, o argumento da soberania poderia ter algum valor. Quem grampeou a soberania do Brasil foi o companheiro Obama, mas essa é outra história.Continue lendo ›

A crise

1 – Lula tem plano para evitar a prisão: pedir asilo na Itália, revela a revista Veja desta semana. 2- Pedido de impeachment da OAB vai contemplar parte da delação de Delcídio. 3 – A revista IstoÉ conta que a PF, o MP e a Justiça Eleitoral já reúnem elementos para enquadrar a presidente em pelo menos sete crimes. 4 – Josias de Souza: liquidação de cadeiras é sintoma de desespero. 5 – Dilma diz a jornalistas estrangeiros que não é uma mulher fraca.

A crise

1 – Sérgio Malbergier: “Os petistas são os novos malufistas, com muito mais poder e agressividade”. 2 – Presidente diz que é vítima de golpe; ministro diz que processo é legal. 3 – Paraguai se recusa a assinar documento em apoio ao governo Dilma. 4 – Gustavo Ioschpe: “Presidente, serão necessários cadáveres nas ruas para que a senhora renuncie?”; 5 – Neguinho da Beija-Flor canta “Não é nada meu“, com Boca Nervosa.

A crise

1 – Impeachment não é golpe, diz ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto. 2 – Na segunda-feira a OAB protocola o pedido de impeachment de Dilma Rousseff. 3- Governo prevê déficit fiscal de quase R$ 100 bilhões neste ano. 4 – Cármen Lúcia: Lava Jato respeita rigorosamente as leis. 5 – Arquiteta que trabalhou em sítio amplia suspeita de ligação com Lula. 6 – Lava Jato encontra normas do cartel da Odebrecht em obras públicas bilionárias. 7 – Planilhas da Odebrecht criam clima de tensão no Congresso Nacional.

“Lula comandava”

Veja

Da revista Veja, que circula neste final de semana:

O senador Delcídio do Amaral participou do maior ato político da história do país. No domingo 13, ele pegou uma moto Harley-Davidson, emprestada do irmão, e rumou para a avenida Paulista, onde protestou contra a corrupção e o governo do qual já foi líder. Delcídio se juntou à multidão sem tirar o capacete. Temia ser reconhecido e hostilizado. Com medo de ser obrigado pela polícia a remover o disfarce, ficou pouco tempo entre os manifestantes, o suficiente para perceber que tomara a decisão correta ao colaborar para as investigações. “Errei, mas não roubei nem sou corrupto. Posso não ser santo, mas não sou bandido.” Continue lendo ›

Dilma prefere derrubar a República a deixar o poder

Dilma em Maringá

De Diego Escosteguy, na Época:

Não há mais dúvida: a presidente Dilma Rousseff prefere derrubar a República a deixar o poder.
A nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil, três dias depois de milhões de brasileiros irem às ruas protestar contra ele, e, se fosse pouco, logo após as revelações gravíssimas da delação de Delcídio do Amaral, é uma demonstração inequívoca de autismo político e esquizofrenia moral. Dilma opta por entregar seu governo para quem tem tudo para derrubá-lo de vez – e derrubá-lo de modo trágico. Continue lendo ›

O último lance

Da coluna Painel, da Folha de S. Paulo desta terça-feira:

Ao saber que Lula voltaria para o Palácio do Planalto, Dilma mostrou-se “aliviada”. Já não se importa com a imagem de rainha da Inglaterra. Está disposta a “entregar tudo e mais um pouco” para que o petista socorra o governo, dizem assessores. Até porque, se tudo ruir, observa um ministro, ao menos o projeto não morre “só na mão dela”. Mas Lula impôs condições: só toma posse depois de uma conversa franca nesta terça e com garantias de que a política econômica mudará.