Bronca

Desrespeito ao pedestre


Nivaldo Silva envia as fotos e comentando que, apesar de se falar tanto em respeitar os pedestres, em Maringá os abusos continuam acontecendo e nem sempre os fiscais aparecem. “Ninguém está aí para os pedestres”, resume, mostrando a obra que enche a calçada de terra e buraco em plena área central de Maringá (defronte a praça Raposo Tavares).

Começou errado

Droga Raia
A Droga Raia, segunda maior rede de farmácias do país, está terminando de construir sua segunda quarta loja em Maringá, na praça dos Expedicionários, em tempo recorde. Uma pena que, para isso, teve que passar por cima das boas regras: toda a calçada defronte o estabelecimento foi fechada aos transeuntes, obrigando-os a passar pela perigosa via que dá acesso às avenidas Rio Branco e Humaitá. Hoje de manhã, por exemplo, pessoas de idade e criança arriscavam suas vidas porque o passeio público permanecia completamente interrompido; durante a construção, no local onde está o caminhão ficavam dois contâineres. O abuso parece ter passado incólume aos fiscais da Prefeitura de Maringá.

Exceção à regra

faixa
Parar na faixa é irregular, porém todos os dias, na rua Professor Itamar Orlando Soares, em Maringá, para a venda de churros essa regra básica do trânsito está suspensa, aponta leitor observador.

Área de estacionamento particular

Algumas coisas em  não sMaringáão explicadas, ou melhor, não são devidamente colocadas em seus devidos lugares, reclama leitor. “Quando são feitas as proibições de colocações de produtos em calçadas, ou até mesmo em vias de estacionamentos e nas áreas asfaltadas em frente aos estabelecimentos comerciais. Vemos muitas empresas serem beneficiadas com detalhes de suas mercadorias sendo colocadas onde os “espaços” externos poderiam ser para área de estacionamentos de carros da população. Um caso deste – avenida Bento Munhoz (Nenê otos ) – de frente a praça do teatro [praça Nadir Cancian]. Este estabelecimento utiliza toda a área de estacionamento em frente ao prédio. É justo?”.

Uma aventura, nada azul, pela Azul

Na última segunda-feira um voo da azul, que saía de Maringa as 16h25, chegou em Curitiba apenas às 5h da manhã, via ônibus, conta Iolanda Garay. “Foi um festival de desrespeito, barbaridades e uma sucessão de incompetências”, diz ela, que demonstrou à empresa área (Azul) seu descontentamento. “A pergunta que fica é: até quando o maringaense será tratado assim pelas companhias aéreas que operam aqui? Esperaram o saguão esvaziar pra comunicar o cancelamento do voo. E posso imaginar que se fosse num aeroporto maior, sala de embarque lotada, eles não teriam coragem de avisar um grupo de 60 pessoas que elas teriam que ir de ônibus para o destino”. Iolanda, diretora de arte e ilustradora, fez uma cronologia da aventura por e-mail:Continue lendo ›

Faixa eu paro, segundo capítulo


Andre Leandro de Mello Veneruci, autor da a foto, comenta: “Mais um exemplo de “mautorista” na cidade. Um dos princípios cristãos é “Amar o próximo como a si mesmo”. Neste carro há um adesivo com os dizeres: “Família, formadora de valores humanos e cristãos”. Pena que não sabe exercer. O carro parado sobre a faixa coloca pedestres em risco. É comum pararem sobre nessa faixa. Vale lembrar que estacionar sobre a faixa rende multa e pontos na carteira.”

“Será que eles concordam com a atitude do padre?”

A ex-catequista Izabel Felippe, da Pároquia Sagrado Coração de Jesus, de Maringá, contesta notícias de que os processos criminal e cível que ingressou contra o padre Jair Favoretto tenham sido motivados por sua vontade de voltar a exercer o cargo de cargo de coordenadora de catequese. “Não procede, primeiro porque fui eu mesma que pedi a exoneração do cargo, eu não fui afastada. Convém salientar que pedi meu afastamento por não concordar com o procedimento adotado dentro da paróquia. Uma vez que não me cabia tomar providência para mudar o que não estava de acordo, comuniquei juntamente com outros paroquianos o nosso descontamento, junto ao arcebispo dom Anuar, inclusive com a presença de ministros da paróquia, e logo após pedi meu afastamento do cargo de coordenadora”, conta ela. ” Enviei uma carta a ele de amor fraterno e a interpretou mal e em duas reuniões com os ministros e catequistas da igreja passou a fazer insinuações a meu respeito, que geraram comentários dentro de toda a comunidade, que muito me ofenderam. Mas não sou só eu que estou descontente, inclusive já existe uma outra ação de reparação de danos ajuizado por outra pessoa contra o padre Jair Favoretto.Continue lendo ›

Atendimento na Delegacia da Mulher

De leitor:

Estive ontem de manhã na sala de atendimento da Delegacia da Mulher de Maringá, e fiquei admirado com a grosseria e falta de cortesia das atendentes no trato com as pessoas, na maioria gente humilde, que chega ali buscando informação. Sem dizer que presenciei mulheres que chegaram para fazer denúncia, e as funcionaáias já começavam a fazer perguntas no balcão, com todo mundo na sala de espera escutando, e imagino que deve ser constrangedor para as mulheres ali. A delegada titular da delegacia deveria solicitar a suas subordinadas tratarem as pessoas com mais cordialidade, respeito e educação, pois isso é o mínimo que esse departamento deve oferecer as mulheres que ali comparecem.

Sem pagar tarifa

Leitora conta que viu baratinhas no ônibus da linha 459 (Centro-Jardim Universo), que inquietaram três passageiras, em Maringá. Foi por volta das 15h, saindo do terminal, carro 5725.

A leitora estava sem o celular e não fotografou, mas imagino que são parecidas com as que existem por aqui: pequenas, viram um tormento.

Um padre do barulho

O leitor José Antunes escreve a propósito da ex-catequista que está processando o padre Jair Favoreto por difamação, matéria de André Simões que ganhou capa em O Diário. Ele ficou revoltado especialmente com a defesa do padre feita pelo arcebispo Anuar Battisti. “Acontece que o padre Jair Favoreto já é conhecido de muitos e muitos maringaenses e marialvenses. Esse cidadão já foi por mim denunciado ao então arcebispo Murilo por denúncias graves e esse mesmo arcebispo nada fez! Continue lendo ›

Demora na Ouvidoria

Leitor levanta uma discussão sobre a eficácia 156,da Prefeitura de Maringá. “Quando nós cidadãos procuramos as secretarias do município para demandar nossas necessidades ou pedir esclarecimentos sobre assuntos diversos, somos orientados a nos reportar ao serviço de Ouvidoria 156, que de fato encaminha todas as solicitações aos setores responsáveis. Porém, a demora no retorno das solicitações é muito grande (algumas demoram anos para serem resolvidas (quando são), o que não agrada a quem espera ansioso por soluções. Em tese, a ideia da Ouvidoria é boa. Todavia, se os setores responsáveis não buscarem uma maior velocidade nas respostas e solução às solicitações dos contribuintes, de nada adianta, tornando a ação sem efeito”.

Na rua Júlio Limonta…


Este é o protocolo feito junto à Prefeitura de Maringá por moradores da rua Júlio Limonta, que pertence também a Sarandi. Ali falta asfalto, o mesmo prometido em campanha pelo prefeito de Maringá. A rua Euclides da Cunha, já no Jardim Panorama, em Sarandi, foi fechada por moradores há cerca de dez dias. Nenhuma das duas prefeituras parece se mexer para resolver o problema, abordado ontem numa reportagem de Vanda Munhoz em O Diário.

PS – Ah, o protocolo foi feito em 2009…

Mau cheiro

De leitor maringaense que sempre utiliza o terminal urbano de passageiros:

– Um cheiro muito forte de urina dentro do terminal hoje… A prefeitura tinha que cuidar e zelar melhor do patrimônio público.

Enquanto isso…

O leitor Antonio Andirlei Maruchi, nascido em Maringá há 54 anos, como muita gente, acha a cidade maravilhosa mas se intriga com os desvios de verbas públicas por aqui. Está particularmente revoltado com o Contorno Norte, obra nascida da sociedade entre os Verri e os Barros.  “Estes dias passei por lá e pude abservar que não estão fazendo o projeto original, que seria duplicado em toda a sua extensão com os viadutos completos e não saci pererê e pista simples indo e vindo. Como vai ficar está situação? Será que o Ministério Público não vai tomar uma posição?”, escreve ele.

O projeto previa pista simples na maior parte do contorno e vários viadutos de uma só perna, já visando arrancar mais dinheiro para a obra. O dinheiro veio, mas certamente não foi aplicado no Contorno Norte. Quando ao MP, o negócio é rezar. De uma coisa pode ficar certo: a “sociedade civil organizada” não quer saber onde está o dinheiro, pois está mais interessada em manter 15 vereadores – que são, justamente, os que têm dever constitucional de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. Quanto menos fiscalizando, melhor paraa plutocracia.

“Derrame do milho”

Trilho de milho
Uma leitora já havia comentado algo por aqui e ontem à tarde o Léo Cicuta detalhou e fotografou. “Nos trilhos da avenida Guaíra essa cena chocou os olhos desnudos (mentira, eu uso óculos!), tanto pela beleza fotográfica quanto pelo horror do desperdício!
“Derrame do milho”, as fotos receberam esse nome! Aurélio B.H.: Derrame: 1.derramamento. 3. Acidente vascular cerebral. Não deve estar bem do cérebro (ou dos olhos) quem contrata esses vagões “furados” (?!)… Na época da soja, foi a mesma coisa! Tenho fotos “belíssimas”! Somos um dos países que mais desperdiça comida… Quem sabe consigamos chegar ao primeiro lugar! Que tal uma nova modalidade nas Olimpíadas? Corrida sobre o milho! Abraços! Sábado é dia de bolo de milho!”.
Trilho de milho
Clique para ampliar.

Avançando sobre a calçada

calcada
Leitor envia a foto, tirada na avenida Brasil (em frente a uma loja de ar-condicionado), próximo ao Aeroporto Gastão Vidigal, onde uuma casa que avançou demasiadamente os limites da calçada (há uma obra). “Éabsurdo o avanço. Como minha esposa e meu filho trafegamos muito por ali, sentimos na pele as dificuldades de uma obra dessa”, reclama.

“Ninguém merece!”

Comentário de Miriam Ferro no Facebook, com o qual certamente muitos maringaenses concordam: “Corrida para parar de fumar… interditam o centro. Desfile de 7 de setembro… interditam o centro de véspera. Está mais do que na hora da prefeitura rever este roteiro, principalmente porque interditam a avenida que concentra o maior número de bancos. O trânsito que já é caótico fica impossível. Ninguém merece!”.

Não tem solução


Recebi uma comunicação de que estavam à minha disposição cerca de R$ 67 mil referentes a um seguro antigo cujo, valor que nos seria restituído. “Macaco velho”, percebi se tratar de 171, surrado recurso usado por estelionatários que, dependendo do incauto, por vezes daria resultado – para os sabidões. Claro que deveria depositar cerca de 5% desse valor na conta de uma tal de PPSB – Previdência Privada e Seguros do Brasil (sigla de partido político). Foram fornecidos quatro números de telefone – imaginem de onde – Fortaleza(CE). Chamei para os quatro, que naturalmente não atenderam, mas registraram a minha chamada em Bina. Logo em seguida, recebi um telefonema de um doutor de lá. Daí para frente, gravei todos os contatos, tendo o cuidado também, através do Bina, de obter o número do telefone que chamou, naturalmente nenhum dos quatro fornecidos. Foi um trabalho danado!

Hoje pela manhã, usando as minhas prerrogativas de cidadão, visando alertar as autoridades sobre o fato, fui à Delegacia de Estelionato munido de todas as fitas e do expediente recebido. Qual foi a minha surpresa, quando o funcionário da especializada se recusou a receber a denúncia, alegando que somente se poderia registrar a ocorrência se eu tivesse enviado a tal quantia pretendida e tivesse sido lesado. Frustado, coloquei o “rabo entre as pernas” e voltei para casa ciente de que nesse país vamos continuar a ser vítimas de espertalhões. Pobre Brasil, pobre povo brasileiro. Até quando vamos aceitar passivamente o avassalador crescimento da impunidade?

Edmundo Albuquerque

A carne de onça e o desrespeito ao consumidor

De luiz Modesto:
Hoje acordei com uma vontade danada de comer carne de onça. Pois é, carne de onça. Nada de infringir leis ambientais, crueldade com os animais, nada disso. Carne de onça é uma iguaria da culinária de boteco, muito apreciada na capital paranaense e arredores. Abri a geladeira: duas garrafas d’água, algumas cervejas, margarina e ovos. Aproveitei o ensejo e fui às compras. Perto da minha nova casa há uma loja de uma rede de supermercados com nome de santo, aquela da Pedro Taques, vizinha da quadra da Copel. Na íntegra.

O golpe da gasolina

Leitor maringaense reclama do “golpe da gasolina” aplicado por um homem que fica nos semáforos da cidade pedindo pedindho alegando que seu carro está sem combustível. A cada dia ele aparece num semáforo diferente. “Não deem dinheiro, é golpe”, avisou o leitor quando viu o rapaz ontem na Tuiuti com a Mauá.

O golpista virou clássico das ruas de Maringá. Ele também aparece nos bares pedindo dinheiro com a mesma desculpa,e muita gente leva na gozação.

“Os donos da cidade”

Essa é uma das melhores denominações para o Cope, escreve um leitor. “Além de termos que bancar 13 policiais e duas viaturas vindos de Curitiba para nossa cidade só para investigar o caso do ataque a RPC-Globo, ainda temos que abrir espaço em uma das avenidas de maior movimento nos horários de rush. Hoje pela manhã duas viaturas do Cope estavam na avenida 19 de Dezembro nas proximidades da linha férrea. Como sempre as 8h da manhã o trânsito é muito lento, para variar nunca tem nenhum agente da Setran para ajudar a organizar o trânsito. As viaturas ligaram seus giroflex e suas sirenes pedindo passagem e avançando sobre os carros que estavam parados por causa do congestinamento da avenida. Além de termos que bancar com nossos impostos os custos desses agentes de elite da Polícia Civil, vamos ter que ficar atrasando nossos compromissos com clientes e funcionários para eles terem que chegar na RPC pra ficar de guarda. Infelizmente esse é nosso Estado do Paraná.”

Cena legislativa maringaense

Leitor conta que na última sessão da Câmara Municipal de Maringá aconteceu uma psicóloga curitibana fez uma exposição sobre a prevencao ao uso de drogas e o combate a não descriminalização do uso da maconha. Todos os vereadores estavam em plenário, menos John Alves (PMDB). Agora, não é que todos estavam presentes. Todos marcaram presenca se habilitando no sistema da Casa. O vereador Wellington Andrade (PRP) desapareceu do plenário quando a psicóloga começou a palestra, reaparecendo somente no exato instante em que ela terminou (inclusive de responder aos questionamentos dos vereadores). E ainda fez questão de posar para a foto oficial, como se tivesse participado. O blog comentou no final de semana sobre o desinteresse de W. Andrade, o vereador mais votado em 2008, com as atividades legislativas.
As fotos mostram W. Andrade ao retornar (acima), após a explação (é o único sentado) e, depois (abaixo), ele no meio da turma posando para a foto com a palestrante, que por sinal citou que o dependente fica irritado quando se criticam as drogas em sua presença. “Os vereadores estão prestes a votar o aumento do numero de representantes da população para a Casa e eu fico me perguntando: e para ter mais gente desse tipo que eles, e algumas poucas instituições, querem mais cadeiras? E outra coisa: aquele é o momento de trabalho do vereador. Imagine qualquer um dos pobres mortais sair do posto de trabalho no momento do expediente. Será que o patrão vai gostar? Eu nao gostei. O dinheiro que vai para a conta desse vereador todos os meses sai dos impostos que eu pago e eu não me recordo de ter dado autorização para ele sair da mesa dele.”

Maratona, tabagismo, poluição, falta de planejamento…

De Julio Cesar Tocacelli Colella, de Maringá:

Hoje, como quase todo o dia faço, devido ao projeto que está na UEM [maratona de revezamento antitabagismo], saio da Vila Marumby (zona sul da cidade) e vou para a UEM (rumo norte). Como fiz o trajeto às 6 da manhã, não tive problemas, pois só na frente do paco estava bloqueado, que causava problemas quando eu morava na XV de Novembro; terminei as medições que tenho que fazer, e quando eu volto pela Paraná, qual a minha surpresa: as quatro avenidas do sistema binário, nenhuma conseguia passar o centro e pelo que me falaram desde as 8 da manhã! Quando cheguei na Pedro Taques (estava na avenida Paraná!) ainda me falaram que, para chegar ao sul de Maringá, teria que pegar, pasmem, a Brasil e a Nildo Ribeiro da Rocha! A pergunta é a seguinte: sera que não teria como ter uma maior organização viária para deixar, assim como que faz leste/oeste da na cidade, o pessoal que faz norte/sul também conseguir passar?, quem sabe avisar nos jornais, blogs, rádios, TVs (que são várias e de vez em quando precisam de notícias) quais são as ruas ou avenidas que podem ser usadas para atravessar a cidade? Uma coisa que eu fiquei pensando… é para acabar com o tabagismo, mas aumentar a poluição atmosférica ou causar um infarto no pessoal que tenta passar e ouve isso dos agentes de trânsito?

Buraco à vontade

Em Paiçandu, moradores do Jardim Santa Lúcia não se conformam: estão pagando há dois anos a pavimentação asfáltica defronte as casas, mas os buracos já tomam conta das vias. Aí não dá.

O caos no trânsito, de novo

Leitor conta que por volta das 7h40 de hoje, hora em que as pessoas estão indo para o trabalho, o semáforo do cruzamento das avenidas Colombo e Mandacaru não estava funcionando. “Vi uma equipe da Copel na esquina arrumando o problema, eles colocaram alguns cones de proteção e tudo mais. A fila estava muito muito grande, e pensei ‘bom lá na frente devem estar os guardinhas ajudando o trânsito’. Como estava de moto, fui passando aquela enorme fila de carros, e quando chego no cruzamento por minha surpresa não tinha nenhum, mas nenhum guarda de transito, não tinha nenhum órgão responsável, não tinha ninguém para ajudar no tráfego. Ou seja, aí era salve quem puder. Um absurdo, a avenida cheia de ônibus, carros, caminhão, e ninguém vai deixar o outro passar, todo mundo tentando ir”. O trânsito parado, o risco de um acidente e os pedestres não conseguindo atravessar a Colombo.
“Fiquei ali uns 10 minutos, vendo tudo aquilo acontecer, e quando vejo, lá no fundo, um carro da Setran vindo com apenas um guardinha, até parece que ele ia dar conta de tudo aquilo né!”, acrescenta, reclamando, na condição de cidadão que não aguenta mais essas coisas, que em Maringá “nada funciona”.

Toda quinta-feira é assim

Leitor sugere semancol para o pessoal da prefeitura: “17h30, na rua Mário Urbinatti, saída do pessoal da UEM e dos colégios próximos, e tudo travado por causa do caminhão de lixo. Poxa, deixa pra recolher o lixo numa hora de menos movimento, fiquei quase quinze minutos pra fazer o trecho da esquina de cima dos blocos de letras até a beira do córrego. E toda quinta-feira é a mesma história…”

“É um absurdo!”

Opinião de uma leitora, ao saber que as espinhas de peixe começam a ser retiradas este ano pela Prefeitura de Maringá:

– Aonde vamos estacionar? Em cima das calçadas? Na vaga do senhor prefeito em nosso paço municipal? Qual é a melhora para a cidade nisso? Corredor de ônibus? Nosso sistema de transporte publico é vergonhoso, não existe frota nem horários pra ter necessidade de uma coisa dessas! É um absurdo, meu Deus, um absurdo! Os moradores de Maringá precisam fazer algo pra que esse absurdo não seja feito! Estacionamento já é um problema seriíssimo em Maringá. Das poucas vagas que temos pra carros, muitas são ocupadas com caçamba de entulho, entrada de prédios, vagas especiais. Ninguém vê isso, meu Deus do céu? Como fica agora?

Vagas bloqueadas


Leitor que domingo foi passear no Shopping Catuaí, em Maringá, comenta que no estacionamento ao lado da praça
de alimentação colocaram uma pista de kart, “mas também bloquearam todos as vagas para os idosos!”.