Iluminação deficiente
Tudo bem que vem reforma do Centro Social Urbano de Maringá, contratada por quase R$ 1 milhão pela prefeitura, mas quem frequenta a quadra coberta reclama da manutenção da iluminação do local. Ali, há várias lâmpadas queimadas.
Tudo bem que vem reforma do Centro Social Urbano de Maringá, contratada por quase R$ 1 milhão pela prefeitura, mas quem frequenta a quadra coberta reclama da manutenção da iluminação do local. Ali, há várias lâmpadas queimadas.

Do leitor: “O desrespeito continua aos domingos no Bachir. Ontem o inferno voltou, som muito alto até na madrugada além do problema de sempre em frente nosso prédio! Segue imagem dos dois portões de acesso do prédio bloqueados por carros dos frequentadores do local [percebam a faixa amarela]. Ligamos dezenas de vezes para policia mais nada foi feito e nenhuma viatura apareceu no local como sempre…”.
Vídeo enviado por leitor mostra claramente a altura do som nas madrugadas de domingo no Bachir, na avenida Anchieta, em Maringá. “Revoltante que nada foi feito ainda! Apenas no domingo seguinte à publicação [do blog], que não teve evento”.

De leitor do blog de Julio Cezar Nunes reclamando do Parque do Ingá, em Maringá: “Quem visita o parque vê que tem muitas obras sendo feitas, mas pelo tempo que ele ficou fechado acho que já deveriam estar prontas.Faltam placas de localização, mais banheiros e guardas monitarando e auxiliando os visitantes.(…) Sempre achei que o parque nunca deveria ter fechado e deveria ter sido aberto há muito tempo, mas observando o comportamento de alguns visitantes (digo vândalos) mudei a ideia”. Leia mais.

O leitor Roger Marcelo, que mora no Jardim Coluna Verde, em Maringá, conta que estão fazendo a tubulação de água e esgoto para o Colina Verde Dois já há umas quatro semanas. Ontem, ao chegar em casa, ele se deparou com esta “linda” cena acima. “Eu até compreendo porque isso faz parte, mas será que eles não poderiam ter avisado antes? Assim, fecharia meu registro e evitaria o incômodo. Meu final de semana será limpando a caixa d´água e sei lá deus se pode acontecer de novo”.
Leitor conta que ontem recebeu o boleto para pagamento da escola onde sua filha estuda, e no valor total estava incorporado o valor mensal da van escolar. “Liguei na escola para questionar sobre o desconto, pois ela ficou de férias por 15 dias e nesse período não teve transporte. A resposta: o valor é devido pois mesmo de férias as van passaram por manutenção. Engraçado que hoje, quando fui entregar minha filha para a monitora da van, observei os mesmos pneus “carecas” de sempre… Será que não deu tempo de trocar os pneus nessas férias ou vai ficar para próxima manutenção das férias de 2012?”.

Leitor reclama da falta de fiscalização da Prefeitura de Maringá. Refere-se à rua Mário Gealh, Parque Residencial Regente, Zona 36, onde existem dois lotes de terra lindeiros – lote 68 (remanescente) e 69 – que se encontram em péssimo estado de conservação: mato alto, lixo de todo tipo, entulhos de construção além de servir como ponto para usuário de drogas. No lote 68 existe um poço aberto, colocando vidas em risco. “Desde fevereiro deste ano (2011) solicitamos à prefeitura, face a Lei Complementar 850/2010-PMM, que notificasse os proprietários dos lotes em questão, frente e fundos com a rua Mario Gealh e marginal do Contorno Norte (avenida Major Abelardo da Cruz), para que os mesmos promovessem a roçada e limpeza dos terrenos, como a lei determina bem como, se fosse o caso, parcelassem os mesmos. Porém, até a data de hoje, 3 de agosto, ninguém sequer compareceu ao local (existe um boato de que os lotes são propriedade de pessoas influentes em Maringá), com o agravante que os lotes ficam a menos de 700 metros do Semusp (antigo Saop), órgão competente para a fiscalização, segundo a lei”, reclama um leitor. A foto, de Ricardo Lopes, ilustra matéria veiculada a respeito do lixo no local em O Diário do último dia 27.
O mourãoense Douglas Ferraz, que trabalha na área de comunicação, sai de casa num domingo chuvoso, percorre 80 km de viagem para se divertir com a família e assistir “Capitão América – O Primeiro Vingador” em Maringá, enfrenta uma fila gigantesca, paga mais caro porque só tem a opção 3D, paga o ingresso do filho de 4 anos… “É impressionante notar como as grandes empresas se preocupam apenas com o seu lucro, mas se esquecem de oferecer mais comodidade, facilidades e conforto aos seus clientes. Não sei se o Catuaí Maringá deveria estar nesse post (embora eu duvido que venham a ler isso), mas o mesmo consumidor que vai ao cinema é o que depois vai ser consumidor na praça de alimentação, nas lojas, etc. É tudo um grande ciclo! Deveriam se atentar a isso”, escreveu em seu blog, ao criticar o Cine Araújo. Leia mais.
Do leitor: “Reclamei no 156 da Prefeitura de Maringá que no executivo fiscal há apenas um funcionário no atendimento ao público, e sabe qual foi a resposta? Que não há espaço suficiente lá para mais um funcionário. Com tanto que a prefeitura arrecada, não tem como colocar mais um funcionário para nos atender? E os móveis? Tudo lixo. Reparei que o menino que atende lá está com um computador mais que ultrapassado e a cadeira toda estourada. Será que nos gabinetes dos secretários é assim? Para onde está indo nosso dinheiro?”.

De leitora, narrando o que aconteceu ontem à tarde no largo das Garças, perto do Maringá Park: “Quando o caminhão de lixo passou aqui por volta das 18h15, após esvaziarem o container , ao recolocarem no lugar, o fizeram com tal displicência que arrancou e destruiu a tampa do mesmo. Se o tivessem fechado, nada disso aconteceria .Além do mais o deixaram com grande parte no meio da rua, podendo até causar um acidente. Para confirmar os fatos, seguem as fotos tiradas logo em seguida. O detalhe é que não faz nem 20 dias que o coantâiner foi totalmente restaurado! A quem compete fechar a tampa após o recolhimento do lixo? Ou a tampa não tem função nenhuma, é apenas um adereço? A quem compete consertá-lo? A quem compete pagá-lo e a quem compete fiscalizar o trabalho desses profissionais? Onde está a Vigilância Sanitária que não vê esses contêineres fedidos abertos pela cidade, servindo de ninho para procriação de moscas e outros insetos? Será que somente eu enxergo essas coisas?”. Mais fotos.
Leitor reclama da novela da coleta seletiva em Maringá. “Parece piada. Há mais de três semanas não recolhem o lixo reciclável na minha rua, na Zona 2. E ninguém fala nada. Hoje registrei reclamação no 156. A atendente da ouvidoria, sabedora do problema, apenas informa que encaminhará a reclamação ao setor competente. Nada mais. Enquanto isso, o lixo acumulado vai tomando conta da casa, apesar de o carnê dos impostos e das taxas 2011 estar quitado. Aliás, pelo que me recordo, faz muito tempo que a minha rua não é varrida e nem o bueiro (cheio de folhas e terra) é desobstruído. A coisa está feia, muito feia… Mais um sinal evidente da incompetência do nosso Executivo.”

Os flagrantes registrados por Bruno Siqueira são comuns ao redor do Fórum de Maringá. Depois que houve o fim a da regalia do estacionamento privado em pleno espaço público, alguns advogados não se conformam e chegam a usar espaços que não são vagas de estacionamento, muitas vezes subindo na calçada. “Cade a Setran?”, reclama.

A vizinhança do restaurante Mister Bachir, na avenida Anchieta, em Maringá, vive um drama há cerca de três meses: aos domingos acontece uma festa sertaneja e o barulho do bar, ambiente totalmente aberto e com som alto, incomoda quem quer dormir antes das 4 horas da manhã. “O evento vem crescendo a cada domingo, os carros estacionam em locais proibidos, é muito barulho muito desordem e não temos o que fazer; foi divulgado que neste ultimo domingo mais de 2 mil pessoas passaram no local”, diz um vizinho, que ao lado de outros já reclamou na prefeitura e na polícia, mas nem fiscal nem viatura policial vai até o restaurante para ver o que está acontecendo.
“Pesquisamos nos locais responsáveis e descobrimos que não existe alvará para realização do evento e não é pago nenhum imposto; cobra-se R$ 20,00 de entrada, existe flyer de divulgação e tudo. Para piorar depois da 4 da manhã o local vira um p(*), gemidos são ouvidos por todos os vizinhos até amanhecer, fora os bêbados indo embora gritando, tirando racha”, acrescenta. “Corta o coração de ouvir uma senhora que mora na casa de trás do restaurante, que chora todos os domingos e passa a madrugada orando para algo ser feito, pois só Deus pode nos ajudar pois a polícia nada faz”, reclama, se questionando: como pode a polícia ser tão eficiente nas proximidades na UEM e tão insensível num dos bairros residenciais mais tradicionais da cidade?
Leitora maringaense, “indignada e revoltada com o barulho da madrugada provocada pelos “vestibulandos”, diz que eles já começam errando. “Terminou o vestibular, vai pra casa descansar, não precisa incomodar os moradores com bagunça, bebedeiras, quem sabe prostituição e drogas rolando. Isso não combina com futuros universitários. Aqui estamos falando do Apolo Club, na avenida Tiradentes, que não deixa a gente dormir!Instituições de ensino, Sugiro tema de redação: O que fazer para acabar com as drogas…perturbação do sossego público… barulhos de som alto de carros na madrugada..motos acelerando..”
Do leitor:
Chamo a atenção das autoridades que leem o seu blog para um problema grave e que causa revolta nos motoristas de Maringá que é o comportamento dos motoristas de táxi que ignoram descaradamente os semáforos. A pressa e a garantia de seus ganhos não podem justificar privilégio de furar a todo momento o sinal vermelho. O horário, a inexistência de câmera e de fiscalização humana estimulam a prática por parte dos taxistas maringaenses. Não podemos esperar a ocorrência de um grande desastre com vários mortos para coibir tal prática. Esse espírito “mistura final” do brasileiro, de querer levar vantagem sobre o semelhante inviabilizará este país enquanto uma nação civilizada, ética e respeitada perante o mundo. Apelo para esses taxistas e, principalmente, para as autoridades do setor de transito (PM e Setran) para a promoção de campanha de conscientização junto aos profissionais taxistas da cidade, para que eles deem o exemplo ao respeitar os sinais básicos de trânsito. Somente a certeza da impunidade explica tal atitude. Na verdade, o melhor remédio para coibir tal abuso seria a institucionalização e legitimação da denúncia pelos cidadãos que testemunham as infrações, que, mediante prova documental (fotos, por exemplo), para identificar e aplicar as sanções previstas no código de trânsito. Quem, afinal, hoje em dia nao está de posse de um celular com câmera embutido?

Arte de campanha lançada pela Umes em favor dos teatros maringaenses, que estão fechados. Saiba mais.
Leitor reclama que todos os dias, “todos os dias mesmo”, na frente ao Instituto Médico Legal, na avenida JK, em Maringá, o ponto do ônibus fica cheio de carros estacionados, devido ao movimento que há em um bar das proximidades. “Coitado de quem precisa do transporte coletivo, pois o ônibus para em fila dupla para que os passageiros embarquem. E é só carro de bacana que estaciona ali”, acrescenta, cobrando uma ação da Setran.
De uma leitora:
Fico indignada com alguns visitantes do Shoping Catuaí, onde mesmo com a sinalização la exposta dizendo que é proibido estacionar naquela rua paralela continuam parando seus carros lá como se fosse normal! Quem vem naquela rua quando vê ja está com o carro em cima do carro estacionado, é uma curva e no início da rua não se tem ideia que la na frente haverá carros “estacionados”. Ontem fiquei observando famílias com os carros cheio de crianças descendo ali; que ensinamento esses pais estao dando a essas crianças! Nota zero!
Leitor volta a fazer alerta sobre um assunto que já foi discutido aqui há alguns anos: o consumidor deve ter cuidado e deve conferir o preço das gôngolas dos supermercados de Maringá com o que é cobrado no caixa. Ele teve experiência própria, por três vezes, num supermercado da avenida Guaiapó, no Conjunto Requião; o mais recente, ontem à tarde, quando ele reclamou e teve o dinheiro devolvido. “Quantas pessoas já tinham passado por lá e pagado a mais? Cadê o respeito com os clientes?”, perguntou.
Do leitor:
Hoje presenciei uma cena lamentável na Agência do Trabalhador de Maringá. Várias pessoas aguardavam (numa fila imensa) atendimento para dar entrada no seguro desemprego… porém o atendimento para este fim é prestado em um horário restrito, das 8h às 12h. Como se não bastasse o curto tempo, às 11h15 um funcionário que fica na recepção da agência, distribuindo senhas, informa que não haverá mais atendimento, pois o número de senhas estava esgotado. O problema maior é que o funcionário nem sequer checou quantas pessoas ainda estavam na fila, apenas falou que a senha ia acabar numa determinada pessoa que estava no meio da fila esperando. O engraçado é que as paredes da Agência são recheadas de avisos, cartazes, informes e bilhes, mas nenhum deles constam informações sobre limite de senhas. Se houvesse uma comunicação eficiente, os trabalhadores de bem não perderiam tanto tempo em uma fila para não serem atendidos, isso é um descaso com a população, sem contar que o horário de atendimento informado é até às 12h e não deve ser encerrado antes deste prazo. Além de tudo isso o que mais chocava os presentes no local era a ironia do funcionário que estava na recepção analisando os documentos e distribuindo senhas… O pior de tudo nesta situação pessoal é que são esses tipos de funcionários públicos que mancham a reputação dos colegas que trabalham bem, pois é apartir de situações como estas que a população acaba acreditando na falsa ideia de que não existem servidores públicos com ética, responsalidade e profissionalismo. Está dado o recado.
Do leitor:
Uma obra para ser liberada tem que ser fiscalizada. Penso eu! posso estar errado. Quem então, autoriza uma obra, cujo depósito de materiais invade a calçada e impede o trânsito de pedestres sobretudo de mães e crianças de colo ou carrinho de nenem? Quem duvidar deste abuso, é só confeir na avenida Humaitá na calçada ente a Jump e Academia. Lá, o avanço do depósito de materiais chega a juntar-se com as árvores deixando pessoas expostas aos riscos de caminhar pela rua de forma perigosa. Sugiro uma fiscalização de fato. Cumprir com o dever de proteger pessoas parece ser lógico numa administração intitulada cidadã. Ou não?
Moradora dos arredores do Cesumar reclama: “A instituição é boa, porém temos um grande problema no trânsito por ali. Principalmente no período noturno, os ônibus de estudantes estacionam todos em frente das casas. A rua José Moreno Junior, que é de mão dupla da Guedner para cima, fica bastante comprometida. O trânsito fica péssimo, o barulho dos ônibus é insuportável e a falta de educação dos estudantes é maior ainda. Os bares, que deveriam diminuir o movimento com a proibição de consumo em seu interior, aglomeram seus consumidores no meio da rua, e na calçada do próprio Cesumar. Esses mesmos consumidores que usam a calçada para beber, são os que deixam o lixo jogado nas calçadas, na rua e em uma data vazia que tem ao lado da minha casa. Além de lixeira, essa data vazia é usada como banheiro também. A instituição é muito forte, e acredito que por isso as reclamações não são levadas em consideração. Há um espaço reservado na avenida Guedner para os ônibus, mas não sei o motivo pelo qual não é usado. Precisamos de atenção!”.
Uma leitora do blog postou este comentário no site da Brahma, a propósito desta propaganda da cerveja: “Como dona de casa, mãe, mulher, professora e esposa de um marido que consome essa maldita marca me senti e me sinto ofendida. Como pode, uma propaganda, uma marca, um produto que é uma droga lícita, mas é uma droga, que altera as pessoas que a consomem, que leva a pessoa à depressão (comprovado cientificamente), uma marca de um produto que fica cada vez mais rica a custas de pessoas que são enganadas por uma droga que leva pessoas praticarem coisas absurdas, inclusive dirigir (o que é irregular de acordo com a lei de nosso país), uma marca (dentre muitas marcas eu sei, mas essa propaganda tem um nível imoral) que deixa as pessoas mais pobres ou endividadas ou sem dinheiro para trazer o leite e o pão para seus filhos porque gastou no bar e até pagou para seus “amigos”, que afasta as pessoas de Deus.Continue lendo ›

Na avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, em Maringá, motoristas reclamam do novo sistema de pavimentação da cidade: faz-se somente metade da pista, provocando um desnível que vem causando muitos problemas, inclusive, para os desatentos, grandes chances de acidentes. O mesmo se repete em trechos da avenida Mauá e Pedro Taques.
Do leitor Maringaense:
Bope: R$ 2.260,00 para arriscar a vida;
Bombeiro: R$ 960,00 para salvar vidas;
Professor: R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médico: R$ 1.260,00 para manter a vida;
Deputado federal: R$ 26.700,00 (sem contar a verba de gabinete e as muitas regalias) para atrapalhar a vida de todos.
De Marcos da Silva, no site do deputado Evandro Junior (PSDB):
– Nos socorram no Contorno Sul! Dizem que a obra é municipal, mas interfira junto ao prefeito. Como temente a Deus, ele nos ouvirá antes que percamos mais dos nossos entes queridos. É uma via sem acostamento, sem iluminação, esburacada, ciclistas voltando do trabalho à noite, se arriscando na contramão, carroceiros… Está tudo ]voltado para o Contorno Norte e Novo Centro. Mas é preciso que olhem para o Sul. Se foram recuperados 2 km da rodovia, por que não terminar o resto? Gera custo,mas pagamos caros impostos. Que o prefeito termine o mandato com chave de ouro, pois está realizando um ótimo trabalho.
Ao saber que a Câmara de Maringá poderá proibir a ingestão de bebida alcoólica na rua (o projeto é do vereador Carlos Sabóia), a leitora Carolina questionou: por que os vereadores não se preocupam em acabar com os flanelinhas, ou coibir o consumo e tráfico de drogas? “Moro próximo ao túnel da ferrovia e sempre vejo pessoas saindo de lá, que inclusive moram lá e fazem o uso de drogas em frente ou perto da minha residência, além de ficar atrapalhando o trânsito e pedindo “esmolas” nos semáforos, mas ninguém faz nada para modificar isso. Será que essa lei de proibição ao consumo alcoólico em vias e logradouros públicos é tão necessária e mais importante que esses outros assuntos? Ou apenas para “mostrar serviço” sem precisar se preocupar com os problemas mais graves da cidade?”.
Do leitor sobre o fim dos encontros mensais do Jabiraka Motor Club, em Mairngá:
O encontro era um ambiente familiar, onde todo mês ia gente de todas as idades prestigiar o evento, conversar sobre carros, ouvir um bom rock´n roll, enfim se divertir um pouco. Mas nossa tão amada administração municipal começou a boicotar nosso evento, impondo mil e uma licenças pra podermos continuar realizando, visto que esse encontro existe há mais de cinco anos e logo agora vieram digamos “nos infernizar”. Ali não tem área residencial, nunca nos chamaram atenção por barulho, mesmo porque não há, ou seja, estávamos tranquilos. Não sei o que a administração municipal quer fazer com essa cidade, estão boicotando todos os eventos, criando um monte de lei municipal absurda, a troco de quê? Passei um fim de semana em Cianorte, e me encantei por lá, cidade tranquila, sem “frescuras”, a prefeitura de lá apoia eventos na cidade, lá sim é um lugar bom de se morar, já aqui está deixando a desejar. Esse é um desabafo não só meu, mas de todos que frequentavam os encontros mensais, e estamos muito chateados e aguardando ansiosamente as eleições municipais, pois nesse dia sim nos vingaremos dessa “palhaçada”.