Humor
Tecnologia
Do mais recente Cheng-Pong:
Encantada com as novas máquinas de lavar roupa, a loira resolve lavar sua própria camiseta. Ela grita para a mãe:
– Que programa de lavagem devo usar na máquina?
– Depende da roupa – responde a mãe – O que diz na camiseta?
– Eu amo Nova York…
Brazilian afrodescendente pé no saco
Blogs sujos criticam imaculado prefeito em troca de trinta dinheiros
De Rodrigo C., no Maringá, Maringá:
A denúncia do secretário de Comunicação de Maringá e colunista do O Diário nas horas vagas (ou vice-versa) chocou a cidade. Meios de comunicação que se dizem independentes e críticos da administração municipal realizam esse trabalho sujo porque, vejam só, recebem uma bufunfa mensal. O “mensalinho” alimenta essa raça de seres subversivos que desejam a todo custo impedir o progresso da cidade. Comunistas travestidos de blogueiros, jornalecos baratos distribuídos em época eleitoral, o partido dos mensaleiros, ateus e satanistas estão mancomunados com um único objetivo: destruir a inatacável família que detém o poder político da cidade. Leia mais.
Pergunta
Do mais recente Cheng-Pong:
Engraçado que quando se fala em pedir o divórcio, todo mundo quer saber o motivo, mas quando se fala que vai se casar, não!
“Vaquinha de presépio”
Os buracos da cidade
A diferença
Mais uma dos índios
Em cartaz, “Os 515 do Pupin”
Pescaria
Da edição de Natal do Cheng-Pong:
Quatro amigos costumam ir pescar todos os anos. Este ano, a mulher do Tonho bateu o pé e disse que ele não iria. Desapontado, ele telefonou e contou aos companheiros que não poderia ir. Dois dias depois, os outros chegaram ao local do acampamento e, surpresos, lá encontraram o Tonho descansando em uma barraca já armada.
– Ué, como você conseguiu convencer a “patroa” adeixá-lo vir?
– Ontem à noite minha mulher me arrastou pro quarto. Tirou do armário uma sacola de uma loja sexshop com algemas e cordas. Ela me mandou algemá-la e amarrá-la na cama e depois disse:
– Agora faça tudo que quiser… Vim pescar!
Humor crítico
Dá Sorrindo e Dá Chorando
Dá Sorrindo e Dá Chorando estão na mais recente produção de Diógenes Gomes e Paulo Cezar Atibaia. É uma “homenagem” ao chamado sertanejo universitário que gente como o Carlão adora.
Juiz impede votação de decreto legislativo alterado
Robalos
Do mais recente Cheng-Pong:
O pescador chega na peixaria e pede:
– Por favor, me dá dois robalos.
O funcionário lhe entrega dois peixes e ele diz:
– Peraí!!! Esses aí são dourados. Eu pedi robalos!
– Eu sei, seu Antonio… É que a sua mulher veio aqui de manhã e falou que o senhor tinha ido pescar. Depois pediu, por favor, pra gente só vender dourado pro senhor, porque ela já está enjoada de robalo!
Piolim na paella
Diógenes e Atibaia, Uau e tu
Viagra
Do mais recente Cheng-Pong:
O idoso vai à farmácia:
– Tem Viagra?
– Sim. Quantos o sr. deseja?
– Seis pastilhas. Mas corte em quatro pedacinhos, cada.
– Posso cortá-las. Mas… um quarto não vai lhe dar uma ereção completa…
– Não quero uma ereção completa, basta um pouquinho erguido, é só para não mijar no chinelo.
Universitário
Do maias recente Cheng-Pong:
Um universitário pergunta a outro:
– Porque é que está tão chateado?
– Pedi ao meu pai dinheiro para comprar livros…
– E então?
– Ele mandou-me os livros…
Ele é o cara

Sob inspiração da série do Kibe Loco.
Índio também quer verbinha
Vem aí o Caixão
Com o patrocínio da Caixa ao Corinthians, o Itaquerão passará a ser chamado de Caixão.
A propósito, leitor diz que o certo mesmo seria a Caixa patrocinar o Palmeiras. Afinal, a Caixa está baixando os juros do cheque especial e dos financiamentos, e ninguém entende mais de rebaixamento do que o Palmeiras.
Vida do homem
Do mais recente Cheng-Pong:
A vida de um homem se divide em três fases distintas:
Na primeira, ele tem vontade, tem tempo, mas não tem dinheiro.
Na segunda, ele tem vontade, tem dinheiro, mas não tem tempo.
Na terceira, ele tem tempo, tem dinheiro, mas não tem vontade!
Índio quer cota em novela
A volta dos índios (“Ouvidoria da Funai”) interpretados pelos hilários Diógenes Gomes e Paulo Cezar Atibaia. Agora, querem cota em novela global. Mais vídeos da dupla aqui.
Viagra palmeirense
Parada de sucesso
Livre-pensar
Do mais recente Cheng-Pong:
– Atrás de um homem vitorioso, sempre há uma grande mulher. Atrás de um homem fracassado, há no mínimo duas…
Marchas mineiras
Do Kibe Loco
Piolim e Comandante Invisível, parte 2
Depois do primeiro vídeo, que fez muita gente dar gargalhadas, surge o segundo episódio envolvendo Piolim e o Comandante Invisível. Diógenes Gomes e Paulo Cezar Atibaia incorporam os personagens da fictícia Azulão, uma cidade dominada do interior.
Verbo Ser Mentiroso
Histórias de horror
Bebum
Do mais recente Cheng-Pong:
O bêbado chega pro guarda noturno e pergunta:
– Quantos galos tem na minha testa?
O guarda olhou bem:
– Tem sete galos na sua tersta. O que houve?
E o bebum:
– Então… hic!… faltam quatro postes pra eu chegar em casa…
Qualquer semelhança…
Maringá 40 graus
Bebum
Do mais recente Cheng-Pong:
O bêbado, de noite, estava agarrado num poste tentando balançá-lo, enquanto dezenas de besouros pretos rodeavam a lâmpada.
Um sujeito passa, vê ele ali balançando e pergunta:
– Ei, o que você está fazendo?
– Num tá vendo que é um pé de jaboticabas. To balançando pra elas cairem lá de cima. Ja comi umas dez…
Primeira medida
Rato
Do mais recente Cheng-Pong:
O cara para um amigo:
– Rapaz, não sei o que faço, apareceu um ratinho lá em casa.
– É fácil de resolver, pega uma ratoeira…
– Não tenho ratoeira…
– Eu te empresto a minha.
– Obrigado, o que mais eu tenho que fazer.
– Ora, coloque um queijinho na ratoeira pra atrair o rato.
– Lá em casa não tem queijo.
– Então pega um pédaço de pão, molha no óleo e põe.
– Lá em casa não tem óleo também.
– Então põe só o pãozinho!
– Pra falar a verdade, lá em casa não tem nem pão.
– Escuta qui, meu amigo, o que esse rato tá fazendo lá na sua casa?
Avenida Brasil

Do Kibeloco.
Cansaço
Do mais recente Cheng-Pong:
Uma velhinha diz ao médico:
– Toda vez que saio de casa para fazer alguma coisa, me dói as pernas e eu me canso muito. O quê o doutor me aconselha tomar para amenizar este meu cansaço?
– Um táxi, minha senhora.
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