O Sermos+, movimento em prol da sustentabilidade e da vida que visa a potencializar boas práticas, divulgou neste Dia da Árvore em sua página no Facebook uma nota de repúdio a ações como o desmatamento e destruição de florestas. Confira a nota:
O Paraná comemora o Dia da Árvore com o plantio de mais de 550 mil mudas, que contribuirão para o reflorestamento. A ação é do programa Paraná mais Verde, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, e beneficia também Maringá.
A Incineração e a Política Nacional de Resíduos Sólidos será o tema de live do Fórum Estadual Lixo e Cidadania no dia 14, a partir das 14h. A procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho do Paraná, Margaret de Carvalho, será a mediadora do debate com o procurador de justiça Saint-Clair Honorato Santos, o professor maringaense Jorge Villalobos, Roselaine Ferreira (representante estadual do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis), Charles Carneiro (Sedest) e Alex Cardoso, da artticulação nacional do MNCR. A live poderá ser acompanhada pelo YouTube (aqui).
Funcionários do Instituto Água e Terra, vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, integraram uma força-tarefa para fiscalizar as atividades de pesca e exploração territorial ao longo do rio Paraná e seus afluentes. Em quatro dias foram apreendidos cerca de 2,4 mil materiais de pesca proibidos pela legislação ambiental.
A bancada de deputados federais do Partido Verde registrou em nota seu repúdio à recente manifestação do ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, que admitiu paralisar as atividades de combate ao desmatamento na Amazônia. A legenda alerta que a asfixia orçamentária dos órgãos de fiscalização e controle ambiental, além de denotar a agenda da destruição do governo, representa ainda perda de milhões em investimentos internacionais no país.
O Dia Mundial da Limpeza, 19 de setembro, também terá mobilização em Maringá. No ano passado o Brasil ficou em décimo lugar no ranking mundial do movimento, que tem apoio de diversas ONGs..
A Polícia Ambiental realizou, segunda e terça-feiras, a primeira fase da Operação Remanescente na área da 3ª Companhia Ambiental de Maringá, que teve como objetivo identificar a supressão de vegetação nativa em áreas protegidas por lei.
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região manteve sentença de primeiro grau que determinou a demolição de uma casa de veraneio construída há cerca de 50 anos em área de proteção ambiental na Ilha do Óleo Cru, situada às margens do rio Paraná.
O Instituto Água e Terra, por meio da portaria nº 188/2020, liberou a pesca nos rios Ivaí e Piquiri a partir de hoje. A permissão se dá em razão das últimas chuvas que tornaram os dois rios navegáveis, possibilitando a dispersão dos cardumes.
A crise hídrica e seus impactos na região de Maringá é o tema de live que acontecerá hoje a partir das 19h, iniciativa do grupo SERmos+, movimento em prol da sustentabilidade e da vida que tem por objetivo potencializar boas práticas.
Há uma semana o programa Cidade Alerta, da RIC Maringá, divulgou disparates sobre peixes. A emissora não sabia que tilápia, que tem origem na África/Oriente Médio, é peixe exótico e, e por isso, colocado em rio, pode matar espécies nativas.
A edição de 7 de novembro de 1999 trazia reportagem de Vanda Munhoz n´O Jornal sobre algo que parece ser cíclico: a seca no lago do Parque do Ingá. A situação piorou com a flexibilização feita nas administrações do PP, que permitiriam a construção de prédios no entorno do parque. Confira a reportagem, em que foi ouvido o professor Issa Jabur:
Foto tirada no ano passado na esquina da avenida Cidade de Leiria com rua Joaquim Nabuco, região central de Maringá. Vejam como está há algumas semanas, em foto enviada por leitor:
Maringá tem um Plano de Gestão da Arborização Urbana com detalhes técnico e especifidades da cidade, como as características físicas, econômicas, sociais e ambientais. Esse é o primeiro do país a ter uma indicação de espécies para cada uma das mais de 3,5 mil ruas do município, a qual o viveiro segue há mais de 1 ano as recomendações.
A lagoa do Parque Lagoa Dourada, ponto turístico de Mandaguaçu, foi esvaziada. Quando secar, informa a prefeitura, máquinas farão a retirada da camada de lama que está no fundo. A obra deve demorar cerca de 20 dias – de sol.
A reclamação de uma senhora, veiculada pelo Canal 38 de Apucarana, mostra o risco que Maringá corre com a poluição que vem da nascente do rio Pirapó, que abastece a Cidade Canção.
O prefeito Ulisses Maia comentou hoje sobre a assinatura do Plano de Gestão da Arborização Urbana (Pgau), uma das mais antigas reivindicações dos maringaenses que se preocupam com o meio ambiente.
O agravamento da estiagem no Paraná fez o Governo do Estado a decretar situação de emergência hídrica por 180 dias. O decreto foi assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e publicado no Diário Oficial de hoje. A medida busca agilizar processos e evitar que a população possa ficar sem água por um longo período.
Até o final do ano passado existiam várias árvores na rua das Rosas, entre a rua das Dálias e a avenida Mandacaru, nas imediações de um shopping center.
O Paraná ganhou uma importante ferramenta para ajudar no combate a focos de incêndio, no abastecimento de água nas cidades que enfrentam a estiagem e contra a proliferação do coronavírus. O governador Carlos Massa Ratinho Junior entregou hoje 20 de um total de 29 caminhões-pipa que vão atender municípios de diversas regiões, incluindo Maringá e outras cinco cidades da microrregião.
A redução do movimento provocada pelo combate ao coronavírus pode ter provocado a irritação em algumas pessoas, mas para a natureza está sendo uma bênção.
Vai fazer um mês que registrei o corte de quatro árvores, defronte um supermercado na avenida Alziro Zarur. As fotos mostravam que elas estavam realmente condenadas.
Em janeiro, doentes, as árvores foram cortadas
Mas ontem me deparei com todos os locais onde estavam as árvores, na calçada, tampados com cimento. Ou seja, são realmente menos quatro árvores na outrora cidade verde, que ajudavam a reduzir o intenso calor que temos vivido.
Embora a lei estabeleça que é o poder público que deve replantar as árvores retiradas, mas há, como se vê, dificuldades até para fazer roçadas, este caso seria uma boa oportunidade para o estabelecimento dar um belo exemplo de cuidado com o meio ambiente. Ou não avisaram a eles que o mundo está aquecendo?
Agora, tudo cimentado
Sempre fui de prestigiar o comércio em todos os bairros que morei, mas essa atitude contra o meio ambiente fará com que eu mude de mercado.
A Usina de Compostagem Maringá Orgânicos, acusada de espalhar mau cheiro na cidade, perdeu, na justiça, uma ação contra o embargo das atividades pela prefeitura. O blog vem denunciando há mais de sete anos que a empresa ajuda a produzir o mau cheiro que vez ou outra toma conta da cidade.
A sentença, publicada ontem, é do juiz Frederico Mendes Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá. Na decisão, o juiz argumenta que o município agiu dentro da lei ao embargar as atividades da empresa. A informação é de Fábio Linjardi, no G1.
“O órgão municipal agiu dentro da sua competência e o processo administrativo tramitou legal e regularmente, sendo assegurada à empresa autuada a oportunidade de exercer o contraditório e a ampla defesa na oportunidade que a lei lhe reserva”, diz um trecho da decisão.
A Maringá Orgânicos teve as atividades embargadas pela fiscalização da prefeitura em janeiro de 2019. A usina fica próximo ao rio Pirapó, que abastece Maringá.
A empresa não tinha proteção (árvores) suficientes para evitar o mau cheiro, em desacordo com a legislação. A Maringá Orgânicos, que pertece a membro da família Dias, obteve na justiça liminar para continuar funcionando até que o mérito fosse julgado.
Leitor envia a foto de uma árvore ainda em crescimento e que foi quebrada, na avenida Getúlio Vargas, defronte a agência do Bradesco. “A prefeitura planta e ainda tem quem destrói”, lamenta.
Abaixo, a foto de uma árvore, na avenida Tiradentes, que conseguiu crescer o suficiente para não precisar de estaca para apoio, que está no chão.
A TV UEM informa que o programa de pós-graduação da UEM monitora o lixiviado em Maringá e por meio de uma tese de doutorado foi possível encontrar formas mais eficientes de tratamento do chorume.
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