Opinião
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Ignorância ou má-fé?

Observador Maringá, leitor do blog, ao ler críticas à implantação do vale-alimentação na Prefeitura de Maringá, feitas por um ex-cargo comissionado de Pupin, ficou na dúvida: foi ignorância ou má-fé?
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Erros sem fim
De Janio de Freitas, na Folha de S. Paulo:
Ricardo Barros atacou nota da Fiocruz contra o corte de verbas: “Assim como não vou contra o ministro Henrique Meirelles para pedir mais verba, a Fiocruz também não pode fazer manifestação contra o governo do qual faz parte”. A Fiocruz, centro de excelência científica, não faz parte do governo: integra o Estado, a União, o serviço público. Quem faz parte do governo é Ricardo Barros – o que explica ambos.
Paraná, paraíso da impunidade

Por Diogo Castor de Mattos, na Gazeta do Povo:
O slogan “República de Curitiba: aqui a lei se cumpre” vem sendo usado pelos curitibanos como uma manifestação de orgulho pelo pertencimento a uma suposta ilha de seriedade num país tomado pela impunidade. Paradoxalmente, enquanto para alguns a Lava Jato curitibana promoveu uma faxina no país, a cidade continuou com seu quintal imundo, pois os casos de corrupção local sempre acabaram em pizza.
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Ricardo Barros, o ministro da Saúde que diz não querer mais dinheiro para a saúde

De Rogério Galindo, na Gazeta do Povo:
Ricardo Barros talvez seja a personificação ideal da política adotada pelo governo Temer na área social. Ministro da Saúde, inquestionavelmente uma das áreas mais importantes num país em que a imensa maioria da população depende de serviços públicos, Barros decidiu que não é necessário ter mais dinheiro para a sua área.
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A praça é do povo

Da professora Ana Lúcia Rodrigues, do Observatório da Metrópoles, a propósito de o Judiciário não abrir mão de construir o novo fórum sobre a praça Salgado Filho:
Maringá se orgulha do seu planejamento que incluía um amontoado de áreas públicas para a população.
Interesses especulativos privatizaram quase todas essas áreas ao longo da nossa história.
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Sangue proibido

Por João Almeida Moreira, no Diário de Notícias, de Lisboa (Portugal):
O caso é verídico mas os nomes são fictícios a pedido dos intervenientes: António é um cidadão português emigrado no Brasil há dez anos. Olívia é brasileira e casou com António há 12, quando ambos ainda viviam em Portugal. Eliane é professora assistente da escola de Lucas, o filho de 6 anos de António e Olívia já nascido em solo brasileiro. Numa tarde, Eliane afligiu António e Olívia, e todos os outros pais da escola de Lucas, com um pedido desesperado via rede social:
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