Opinião

Redução do número de alunos por turma (Conae)

Os participantes da Conferência Nacional de Educação (Conae, 28/3 a 1º/4) aprovaram a proposta de redução do número de alunos por sala de aula nos quatro níveis de ensino. Cada nível teria uma redução de cinco alunos por turma. Na pré-escola, o limite cairia de 20 para 15; no ensino fundamental, de 25 para 20; no ensino médio, de 30 para 25; e no ensino superior, de 35 para 30. No entanto, a vigência da proposta não é imediata. Pode ou não virar programa de governo ou projeto de lei do Congresso, mas, com certeza fará parte do Plano Nacional de Educação 2011-2020. A decisão é fundamental para a melhoria da qualidade da educação, pois salas de aula superlotadas dificultam a eficácia da relação ensino-aprendizagem.

Ivana Veraldo

Memórias da educação: a cartilha escolar

A cartilha Caminho Suave que alfabetizou mais de 30 milhões de brasileiros chega à 129ª edição,completando 62 anos. Desde o lançamento foram vendidos cerca de 40 milhões de exemplares. A autora e educadora Branca Alves de Lima —que escreveu a obra em 1948— criou o método visual na cartilha, na qual cada letra ou sílaba é associada a um desenho. A Cartilha pertence à memória dos brasileiros com mais de 30 anos. Ela foi usada por mais de três décadas como principal suporte à alfabetização no país.

Ivana Veraldo

O uso do nome social pelos homossexuais nas escolas

O MEC em outubro de 2009 decidiu apoiar uma bandeira dos movimentos homossexuais e recomendou às Secretarias Estaduais de Educação que orientassem as escolas a aceitarem os nomes sociais dos travestis e transexuais nas chamadas de sala de aula e nas matrículas. A medida já foi aprovada em 9 estados, incluindo o Paraná. O respeito à diversidade sexual é um passo crucial para garantir a inclusão dos homossexuais nas escolas. Pela decisão, o nome social dos homossexuais deve ser inserido nos documentos internos, como cadernetas escolares e provas, com exceção apenas do histórico escolar e do diploma, que devem conter o nome original e uma referência ao nome social. Para solicitar a mudança, basta fazer a solicitação por escrito. No caso de menores de 18 anos, o pedido deve ser feito pelos pais ou responsáveis.
Ivana Veraldo

Conae e o financiamento da educação

Os participantes da Conferência Nacional de Educação (Conae), que aconteceu em Brasília de 28/3 a 1º/4, aprovaram a proposta de aumentar a parcela do Produto Interno Bruto (PIB) destinada à educação, passando dos atuais 4,7% para 7% em 2012. O montante deverá crescer progressivamente até alcançar 10% em 2014. A verba deve ser destinada a todo ensino público, da educação infantil a pós-graduação. A decisão pautará o Plano Nacional de Educação para a próxima década.

Ivana Veraldo

Sinal verde para uma vida feliz

Saudações:  Toda saudação deve basear-se em pensamentos de paz e alegria. Pense no seu  contentamento  quando alguém lhe endereça palavras de afeto e simpatia e faça o mesmo para com os outros. Mobilize o capital do sorriso e observará que semelhante investimento lhe trará precioso rendimento de colaboração e felicidade.  Uma frase de bondade e compreensão opera prodígios na construção do êxito. Auxilie aos familiares com a sua palavra de entendimento e esperança. Se você tem mágoa remanescendo da véspera, comece o dia, igual o sol, esquecendo a sombra e brilhando de novo. (André Luiz/ Chico Xavier- Livro Sinal Verde)

Valcir Martins

Do capilé ao ectoplasma

De Rogério Distefano:

O escândalo dos funcionários fantasmas está prestes a completar duas semanas de exposição pela Gazeta do Povo e pela televisão do mesmo grupo de comunicação. Fique claro que um único órgão de comunicação ocupa-se do maior escândalo político da História do quarto Estado da federação. A própria cobertura apresenta oscilação: depois de quatro dias sucessivos de impacto entra em processo de arrefecimento.

Fica a impressão de que a Gazeta do Povo sentiu o impacto da pouca repercussão de suas reportagens – confinada a (1) seus leitores, (2) aos blogs políticos e (3) aos políticos envolvidos no episódio. A mobilização tentada por organizações da sociedade civil – estudantes, na maioria – reduziu-se a duas esquálidas e raquíticas manifestações diante da assembleia legislativa. De importância, apenas a reação dos envolvidos no escândalo e na – assim dita – investigação do escândalo: os dirigentes da assembleia, do ministério público e do tribunal de contas. Leia mais.

O homem das dores

Do padre Orivaldo Robles:

Yehud andava pelas ruas de Jerusalém, calmas naquela hora da manhã. Era o sexto dia da semana, véspera do grande sábado da Páscoa, o mais solene do ano. Sua mente girava em torno dos preparativos da festa e aproveitava o tempo para repassar, de memória, se não lhe escapara alguma providência a tomar. Ia sem pressa, absorto em pensamentos, quando, lá longe, viu assomar uma multidão precedida de um grupo de soldados. Conduziam três homens sentenciados, sem dúvida, à morte. Como a execução estava sob o comando de militares romanos, Yehud entendeu que seriam crucificados. Apesar do povo que, ao se mover sem trégua, por vezes os escondia, três braços de cruzes deixavam-se avistar, às costas dos infelizes. Na íntegra.

Sinal verde para uma vida feliz

Ao levantar-se: Agradeça a Providência a bênção da vida, pela manhã. Se não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades. Levante-se com calma. Se precisa acordar alguém, use de bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras de mau gosto nunca auxiliam. Guarde para com tudo e todos a disposição de cooperar para o bem. Antes de sair para o trabalho, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe. (André Luiz/ Chico Xavier- Livro Sinal Verde)

Valcir Martins

A Conae e os rumos da educação nacional

Terminou ontem em Brasília a Conferência Nacional de Educação (Conae). O tema central foi “Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação”. As etapas municipais e estaduais, coroadas com a Conferência nacional, tiveram como objetivo subsidiar a elaboração do próximo Plano Nacional de Educação (PNE-2011/2020). Além do tema central, seis eixos foram debatidos: papel do Estado na garantia do direito à educação de qualidade: organização e regulação da educação nacional; qualidade da Educação, gestão democrática e avaliação; democratização do acesso, permanência e sucesso escolar; formação e valorização dos profissionais da educação; financiamento da educação e controle social; justiça social, educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade. A partir de hoje, apresentaremos aos leitores as principais decisões da Conae que definirão os rumos da educação nacional na próxima década.

Ivana Veraldo

Sexo virtual com o porteiro?

De Maria Newnum:

Essa história retrata fatos da vida pós-moderna. Eduarda* descobriu-se traída na Web. Nem cabe discutir o termo “traição virtual”. Parte-se do pressuposto que a perfídia seja em pensamentos, atos ou omissões, causa dor e dano. A Du ficou arrasada. Chorou muito, mas logo partiu para a ação: resolveu vingar-se, pagando na mesma moeda.  Abandonou a condição de cyber-analfabeta, contratando uma assessora de assuntos virtuais; algo bem diferente de hackers, diga-se de passagem. Aprendeu os primeiros passos sobre salas de bate-papo, perfil de MSN, sonico e toda parafernália cibernética que se conhece. Em 20 dias transformou-se numa “fera!”.Continue lendo ›

Pulseira do sexo nas escolas

As “pulseiras do sexo” começaram a ser usadas pelos jovens na Inglaterra em 2006. No Brasil, a mania começou no final do ano passado e virou febre nas escolas. As pulseiras de silicone têm cores variadas, cada uma representando uma ação íntima que vai de um abraço e um beijo a posições sexuais. Trata-se de um jogo e aquele que tem a pulseira arrebentada por outro tem que realizar o que a cor determina. As pulseiras custam de R$ 0,10 a R$ 0,20 a unidade. A “brincadeira” lembra outra mais antiga também praticada por adolescentes intitulada “salada mista”, bem mais inocente que a atual. Mais informações podem ser obtidas neste vídeo,  numa entrevista com a psicóloga Patrícia Rocco. Deixamos aqui o alerta para os educadores e pais que lidam com jovens despreparados para lidar de forma madura com a sua sexualidade. É fundamental o diálogo e a adoção de medidas preventivas.

Ivana Veraldo

A Semana Santa em novo tempo

Do padre Orivaldo Robles:

Há algum tempo, para muita gente o pecado mais grave consistia em trabalhar na sexta-feira santa, a “sexta-feira maior”. Durante o ano, vivia como bem lhe aprouvesse, fazia o que lhe viesse à cabeça, cometia qualquer safadeza. Mas nesse dia obrigava-se a falar baixo ou até a não falar de jeito nenhum, a compor cara de velório, não rir, não cantar nem ligar rádio. Com televisão ninguém sonhava ainda. Alguns montavam, com roupas velhas, um boneco representando Judas, o traidor de Jesus, que era malhado sem dó no sábado dito de aleluia. Na íntegra (link arrumado).

Tratamento diferenciado

De Paulo Vidigal:
É incontestável a defasagem salarial dos médicos do serviço público municipal. Negar isso seria uma irresponsabilidade. Prova disso é que vários concursos foram realizados e poucos foram os inscritos. A grande questão é a seguinte: e demais servidores municipais? Apenas 6% é muito longe perto da defasagem que seus salários se encontram Não se trata de ser contra o reajuste dos médicos, de forma alguma. Mas de exigir da administração que os servidores sejam tratados de forma igual, sem diferenciações. Leia mais.

Movimentos sociais numa gestão Dilma ou Serra

De Rudá Ricci:

Já escrevi sobre o fim da Era dos Movimentos Sociais no Brasil. Não necessariamente sobre o fim dos movimentos sociais, mas sobre a sua capacidade de forjar um projeto hegemônico ou poderoso junto à parcela organizada da sociedade civil e sua predominância no cenário das lutas sociais do país. A grande maioria dos movimentos sociais contemporâneos se transmutou em organizações, focadas em sua reprodução interna, de caráter mais privado que a cultura generosa dos anos 1980. Outra parte foi se esvaindo porque suas lideranças foram ingressando nos governos e esferas de gestão pública. E, ainda, parte das pastorais sociais e ONGs que apoiavam os movimentos sociais com cursos de formação e formulação de diagnósticos que auxiliavam na definição de estratégias políticas entraram em crise de identidade ou tomaram rumos próprios. Com efeito, as pastorais sociais vinculadas à Teologia da Libertação entraram, nos últimos dez anos, num ciclo de avaliações institucionais e busca de seu lugar numa paisagem estranha.Continue lendo ›

Religião e diálogo

Do professor Luiz Alexandre Solano Rossi:

A diversidade religiosa e o pluralismo religioso se apresentam no mundo contemporâneo como um dos instrumentos mais belos e eficazes para o diálogo e a construção da paz. A pluralidade dos discursos das mais diversas religiões nos leva a perceber a multiplicidade de riqueza simbólica que muitas vezes não damos a devida importância. A abertura ao plural talvez seja um passo essencial para vencermos tantos séculos de dogmatismos e arrogâncias dos discursos pretensamente religiosos, mas que se apresentam como arautos de uma inquisição, ainda que sem fogueiras.
Sempre que negamos a pluralidade do olhar corremos o sério risco de cair num processo de colonização daquele que é diferente. Nesse sentido, a partir do momento que absolutizamos nossos espaços de verdade, simultaneamente, transformamos as demais formas de se expressar e viver a fé como errôneas. Fugir dessa síndrome é essencial.Continue lendo ›

Não queremos somente festas!

De Lucas Toshiaki Archangelo Okado:

Quando o Diretório Central dos Estudantes elaborou o projeto da calourada pensou em um modelo que pudesse evitar com que os trotes violentos acontecessem. Claro que não conseguimos cobrir cem por cento dos alunos mas a grande maioria dos estudantes participaram de nossas atividades. Foi muito positivo, afinal, as denúncias de trotes violentos foram quase nulas, tudo graças ao trabalho que a Universidade e o DCE tem elaborado nos últimos anos. Este projeto possui várias etapas distintas: espaço para os artesãos locais exibirem seus trabalhos dentro da universidade em uma feira de artesanato que contava com apresentações culturais nos intervalos das aulas. Houve apresentação do grupo Foganza, o TUM (Teatro Universitário de Maringá), o grupo de sapateado… Tudo isto na primeira semana de aula. Na íntegra.

Bartô e Canário

Trecho da análise que Bartô faz em seu blog do apresentador de televisão Augusto Canário:

– O Canário tenta passar uma imagem como o detentor da moral, faz um discurso maniqueísta do alto do seu trono imaginário, e pensa que está moralmente correto ganhar dinheiro com imagens do sofrimento dos outros.

Pontes ou cercas?

Por paradoxal que possa parecer, vivemos momentos de solidão, muitas em vezes, em plena multidão. O individualismo prevalece. A intolerância, o medo, a desconfiança nos fazem construir cercas de proteção ao nosso redor. Mas será que em vez de cercas não seria o melhor construirmos pontes? Reflitamos:
“Conta-se que certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda a vida trabalhando lado a lado, repartindo ferramentas e cuidando um do outro.Continue lendo ›

Comunitarismo e democracia no Brasil

“O comunitarismo cristão dos anos 80 claudicou”, constata o sociólogo Rudá Ricci, “porque não conseguiu dar o salto para a construção de uma nova institucionalidade pública, reafirmando constantemente o espaço público como mera assembléia onde o mosaico de interesses grupais e comunitários se encontrava sob a chancela de excluídos e pobres”. Segundo ele, “o comunitarismo recusa o jogo político e procura somar os iguais. Ora, vivemos um período dos mais complexos para este ideário na medida em que os pobres brasileiros foram reduzidos à metade na gestão Lula. Segundo a Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, estima-se que serão pouco mais de 7% da população em 2015. O que fará das populações pobres marginais numericamente e não apenas econômica e politicamente”. Leia mais.

“Vamos nos manifestar”

Do promotor Fuad Faraj, via twitter:

– Da Assembléia Legislativa do Paraná ou do Tribunal de Contas e por vezes o próprio TJ sempre tive nojo. Instituições que atraiçoam o povo. Mas do Ministério Público eu nunca esperei nada mais nada menos do que a mais abnegada coragem para lutar contra a corrupção e lealdade ao povo, povo que paga os altos salários de cada integrante do Ministério Público. Sempre abominei ver um integrante do Ministério Público abraçado com qualquer piltantra do Executivo, do Legislativo e mesmo do Judiciário. (…) Andar de mãos dadas com facínoras, reconhecidamente ladrões do dinheiro público em todas as esferas de governo, nunca foi papel do MP. Vamos nos manifestar, individual e coletivamente, e pressionar para que os fascínoras corruptos da Assembléia Legislativa do Paraná sejam punidos. Se não houver a força popular, o engajamento da sociedade, nada, absolutamente nada acontecerá. Não confio mais, e isso é uma profissão de fé, nas instituições que deveriam representar e defender o povo. Em nenhuma instituição.

Dia de São José

Do padre Onildo Luiz Gorla Júnior:
São escassos os textos bíblicos relativos a José, esposo de Maria e pai adotivo de Jesus. É Mateus que dá particular atenção à figura do esposo de Maria e nos brinda com um belo retrato de José. De fato, o evangelista descreve como José agiu diante da Anunciação. Teve dúvida, decidiu abandoná-la em segredo, mas, diante do anúncio do anjo retomou Maria como esposa. Deixou sua história para assumir a história divina, sendo um pai e esposo, zeloso e protetor. Na íntegra.

O Estado como parceiro do produtor rural

De Beto Richa:

Tenho conversado com produtores rurais, grandes e pequenos, com presidentes de associações e cooperativas agrícolas. E todos me dizem que esperam do Governo do Estado um parceiro de todas as horas, articulador de planos locais de desenvolvimento e indutor de oportunidades. Penso da mesma forma. Seja no caso da aftosa, que agora se discute, seja na agricultura e na pecuária como um todo, o setor deve ter no Estado um parceiro, articulador de planos locais de desenvolvimento e indutor de oportunidades.Continue lendo ›

O ódio ao professor

De Antonio Ozaí da Silva:

Li Adoro odiar meu professor, de Antônio A. S. Zuin. É um livro que contribui com a reflexão sobre o ser docente e as complexas relações que isto implica. Trata-se de uma relação de poder e também, sob o risco da redundância, de uma relação humana. Reconhecer estes aspectos é um bom início para superar a hipocrisia e a ocultação dos meios ao alcance dos professores para o exercício da violência simbólica.

O abuso de poder, às vezes dissimulado por um discurso pretensamente democrático e revolucionário, manifesta-se no cotidiano da sala de aula e revela o lado obscuro de personalidades autoritárias e doentes propensas ao sadismo. Diante disto, resta ao aluno rebelar-se ou silenciar. O preço a pagar pela rebeldia pode ser muito alto. Com efeito, o poder professoral é legitimado pelo aparato burocrático. Por outro lado, o professor conta com o espírito de corpo, isto é, a anuência, o silêncio ou o apoio ativo dos pares.Na íntegra.

É possível acabar com a violência

O combate à violência foi  uma das principais propostas de todos os eleitos no último pleito. Muitos acreditam que para combater a violência é necessário uma polícia enérgica, que atire primeiro, sem preocupação com os direitos humanos dos suspeitos. Será que isso  resolve? Reflitamos a partir  da uma carta, de um jovem, dirigida a um governante que cometeu muitos desatinos  e que estava sendo julgado. Em resumo:
“Desejo-lhe, sinceramente, um julgamento justo de acordo com o direito. Tomara que ninguém bata no senhor, que ninguém o submeta a humilhações. Que não tapem seus olhos nem o atirem no chão para dar-lhe chutes e coronhadas. Continue lendo ›

Direitos “humanos” dos petistas

Do delegado Marques da Silva, que volta a escrever seus ácidos artigos:

Todos agora dizem que lutaram pela restauração da democracia no Brasil. Resta saber o que cada um entende por regime democrático. O presidente Lula se rasga em elogios a Hugo Chavez, e diz que a Venezuela é o país mais democrático do mundo. Se a Venezuela é uma democracia, os campos de concentração dos nazistas eram “spas”. José Dirceu, Genoíno, Dilma, Vanuchi, todos dizem hoje que lutaram pela democracia. Mentira. Lutaram com a intenção de instaurar no Brasil um regime semelhante ao de Cuba, e claro, com eles no poder e, de preferência, para sempre. Nada de democracia, nada de respeito às leis, nada de direitos humanos, nada de liberdade de imprensa, nada de livre iniciativa. Direito à propriedade, nem pensar. Na íntegra.

O poder público e a adolescência

Afirmei anteriormente que não se adolesce sozinho, uma vez que essa condição está inserida num conjunto variado de relações. Para que o jovem possa percorrer essa fase com mais tranqüilidade e rapidez, além do apoio familiar o poder público também pode colaborar. De que forma? Criando espaços públicos de circulação, lazer, cultura, esporte, educação e profissionalização. O estímulo à geração de empregos e ao empreendedorismo fecharia esse ciclo, já que a inserção no mundo do trabalho é um dos marcos da vida adulta.

Ivana Veraldo