Opinião

Educação especial

Em 2009 o MEC homologou o parecer nº 13/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE) que torna obrigatória a matrícula de pessoas com necessidades especiais no ensino comum, com a possibilidade de o aluno frequentar o atendimento educacional especializado no contraturno. Com isso, deve aumentar em 2010 o número de matrículas dessas crianças no ensino regular. O tema é controverso, uma vez que o sistema educacional ainda não está totalmente preparado para lidar com todas as “diversidades” existentes, principalmente as de maior comprometimento. Por outro lado, há os que pensam que ensinar essas crianças apenas em ambiente segregado é uma questão cultural que precisa cair por terra. É necessário o monitoramento do processo para que seja garantida a qualidade da educação para todos, não só os especiais.

Ivana Veraldo

A permanência do eixo café com leite na política nacional

De Rudá Ricci:
Quando imaginamos que a política café com leite era tema de livros de história do país, eis que ela ressurge com toda sua força e empáfia. Numa leitura meramente objetiva e matemática, faz algum sentido. Afinal, São Paulo e Minas Gerais constituem os dois maiores colégios eleitorais do país (girando ao redor de 22% e 11% do total de eleitores brasileiros, respectivamente). Contudo, Rio de Janeiro e Bahia não ficam muito distantes de Minas Gerais. Na íntegra.

Culpa do sistema binário

O sistema binário causa mais um acidente de trânsito. Só que dessa vez foi o sistema binário do meu cérebro. No último sábado, o meu Tico e o meu Teco não estavam conversando, fiz a maior “c…” e bati o meu golzinho num enorme caminhão na esquina da rua Saldanha Marinho com a avenida Colombo. Além do sentimento de culpa e o pagamento do prejuízo ainda tenho que aguentar o sarro dos amigos. Êta sistema binário fraco, hem!

Ivana Veraldo

O paradigma dos sofás abandonados

O Rigon fica muito incomodado com a falta de consciência ecológica dos moradores de Maringá que, no anseio de se desfazerem dos sofás, os depositam nos lugares mais inusitados. O caso dos sofás rejeitados é paradigmático. Segundo matéria publicada n´ O Diário on line (08/01/10) a média é de um sofá jogado fora a cada seis horas. A equipe de limpeza da Prefeitura recolhe cerca de 120 sofás por mês. O produto quase sempre é comprado num magazine dividido em várias prestações e, como é típico na sociedade de consumo, o sofá é de qualidade duvidosa (descartável) e estraga antes do último pagamento. A aquisição geralmente é realizada com o décimo terceiro e, por esse motivo, em dezembro e janeiro aumenta o número de sofás abandonados. Em Maringá, a Prefeitura tem orientado que o despejo dos móveis seja feito na Pedreira, mas isso não está ocorrendo. Além da falta de consciência ecológica da população, obviamente faltam ações públicas que efetivamente solucionem esse tipo de problema.

Ivana Veraldo

Antigos bares de Maringá

Alguns bares deixaram saudade aos boêmios de carteirinha de Maringá. O charme dos botecos antigos foi substituído pelo atendimento padronizado dos bares modernos. Não dá mais pra chamar (ou gritar) o garçom pelo nome ou simplesmente de comandante, capitão, tio, brother, camarada… Aquele garçom amigo que colocava um chorão de conhaque a mais no seu copo desapareceu. O calor humano era maior do que o atendimento serial e computadorizado atual. Um levantamento informal apontou o Império como o bar mais saudoso dos amantes do ócio e da camaradagem de boteco. Saúde!

Ivana Veraldo

“Odeio a escola”

Muitas crianças acham a experiência escolar desagradável. Simplesmente não querem ir à escola. Muitos são os fatores que influenciam na construção dessa representação negativa, por exemplo, a qualidade da escola e o tipo de ambiente que ela proporciona aos alunos. Apesar disso, os pais podem colaborar  para tornar a vivência escolar dos filhos mais agradável. Quando praticam hábitos de estudo e leitura, quando respeitam os profissionais da educação, cuidam e participam da escola, interessam-se pelas atividades escolares dos filhos e valorizam as amizades que os filhos fazem na escola, os pais ajudam a quebrar a imagem negativa dessa instituição, associando-a a experiências positivas.

Ivana Veraldo

Um desafio aos pais

A volta às aulas apresenta aos pais um desafio prioritário desde o primeiro dia de aula: o acompanhamento da vida escolar de seus filhos. O desempenho dos “rebentos” não depende unicamente dos professores e demais especialistas da educação. É preciso que os pais conheçam a escola e participem das atividades desenvolvidas; estimulem as crianças e acompanhem seus trabalhos escolares. A parceria entre pais e escola sempre dá bons resultados. O que é inadmissível é o jogo do “empurra-empurra” de responsabilidades.

Ivana Veraldo

Os bispos também fazem férias

Do arcebispo de Maringá, dom Anuar Battisti:
– Em várias ocasiões me perguntaram se os bispos também fazem férias. Como criaturas humanas, sujeitos a todas as leis e limites humanos, precisamos também dar um tempo para refazer as forças físicas e espirituais. Cada qual se adapta às suas possibilidades e gostos pessoais. Pessoalmente, tenho o privilégio de curtir dez dias de férias com um grupo de bispos, com os quais partilhamos não só o mesmo ministério, mas também a mesma mística.Continue lendo ›

Dicas para a volta às aulas

Nas férias escolares a rotina das crianças e dos adolescentes é totalmente quebrada. Muitos excessos são cometidos: assistir televisão até tarde, dormir e acordar fora do horário… Parece que eles tiram férias de todos os compromissos e responsabilidades!  É preciso retomar os limites e voltar gradativamente à rotina. Por exemplo: restabeleçam os horários das refeições e do sono que tradicionalmente são demarcados quando o ano letivo está em andamento, mesmo que as aulas ainda não tenham começado. Isso ajudará na retomada da rotina.

Ivana Veraldo