Opinião

Cultura I

A agenda para exposição no Museu Bacia do Paraná da UEM deveria ser melhor organizada e divulgada. Queria agendar uma exposição de fotografias lá para o ano que vem. Fui ao local e uma funcionária informou que as datas seriam agendadas no começo de novembro. Então, voltei lá, nesta quinta-feira. Para minha surpresa, outro funcionário informou que todas as datas para 2011 já haviam sido preenchidas. Por que não divulgam a agenda nos informativos da UEM e no site da universidade? Assim, todos têm oportunidade iguais.

Donizete Oliveira, jornalista e professor

As eleições, os decretos e os seus princípios

De Valdir Fries:

Em primeiro turno elegemos nossos deputados e senadores que devem compor o Congresso Nacional e legislar o universo de diversidades existentes em nosso país. Votamos em legisladores que defendam nossos principais interesses políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, para criar leis e/ou alterar a legislação brasileira em conformidade com a nossa formação e nossos princípios. O segundo turno das eleições para eleger o presidente da República nos leva votar em um, ou outro candidato, ao acreditar nos propósitos e compromissos de cada um deles.
Diante de certos “decretos” que geraram polêmica em nível nacional, muito debatidos aqui mesmo no site do Rigon.
Decretos estes elaborados com a participação e o aval de ministérios e ministras de Estado e aprovado e publicado pelo presidente Lula, que após incessantes manifestos de populares e de lideranças políticas e comunitárias, em debates e artigos divulgados pela mídia Brasileira que ainda detém a “liberdade de expressão” fizeram com que os “decretos 6514 e 7037 entre outros fossem sendo substituídos e/ou protelados para não comprometer o desempenho eleitoral da própria “situação” na sucessão presidencial.Continue lendo ›

A respeito do “PEN: não é uma boa ideia”

A propósito de uma postagem do Akino, Cesar Rozek, do PEN do Paraná, enviou o seguinte texto:

Amigo Akino:
Não lhe conheço, por isto não posso proferir nenhuma vírgula sobre seu caráter, então, o convido a conhecer os valores do Partido Ecológico e pessoas que fazem parte desta luta, antes de proferir tais comparações, como o fez. Uma pessoa inteligente como o senhor, ao menos tenta parecer inteligente, deveria saber que “Partido Contra Corrupção”, todos deveriam ser, simplesmente não aceitando a filiação de candidatos comprovadamente culpados. Isto depende de caráter (já ouviu falar?). Continue lendo ›

“PT de Maringá abandona as eleições”

Do leitor:

Onde estão os militantes do PT de Maringá nesta campanha presidencial? O que aconteceu? Não se vê uma única pessoa, sequer deputado eleito ou membro do diretório municipal, pedindo votos para a Dilma. Não existe entrega de “santinhos” nos semáforos, nos cruzamentos, nas casas. Não existe nada! O que se vê nas ruas são pequenos – e raros – cartazes da candidata abandonados em alguns pontos da cidade. A surra que a Dilma levou em Maringá no primeiro turno não serviu para acordar os petistas. Será que os membros do diretório local fecharam com o PSDB? Existiria um acordo secreto? Estranho, muito estranho. O Serra agradece!

E por falar nisso

De Danuza Leão, na Folha de S. Paulo:

– Não faço a defesa do aborto, mas não aceito que um mundo masculino tenha o direito de ditar regras que só dizem respeito a elas. Algum bispo tem ideia do que é enfrentar um estupro, ou a ter mais um filho – muitas vezes sem pai – sem ter como criá-lo, ou a uma gravidez indesejada para uma adolescente? Na íntegra.

Onde a esquerda domina

De Mario Vargas Llosa, nas páginas amarelas da Veja:

– A esquerda tem o controle do establishment cultural. Ela domina o mundo acadêmico, as editoras e até os setores de cultura de jornais e de revistas de direita. Isso dá um poder de chantagem enorme à esquerda. Todo escritor, desde muito jovem, sabe que não ser de esquerda significa defrontar com portas fechadas. Por outro lado, ser esquerdista garante regalias. A esquerda fracassou em tudo, menos no controle da cultura. Isso foi possível porque a direita é muito ignorante e também por não ter se preocupado cm utilizar a cultura ideologicamente, politicamente. A esquerda, sim. Como resultado, muitos intelectuais e artistas, inclusive aqueles que não militam na esquerda, jamais se atrevem a criticá-la.

Aborto e verdades desconhecidas

Aborto não é apenas a eliminação de uma vida fisiológica prestes a se formar, mas o impedimento da encarnação de uma alma. Que assim é forçada a retardar sua marcha evolutiva e a esperar outra oportunidade, que pode ser de longa espera e angústia. Sem o  corpo que a revestiria e que já estava se formando no útero materno, ela tem de retornar a origem, pois é preexistente, eis que a mãe não cria uma alma. Este é um atributo de Deus. Antes de aqui aportar, a futura mãe se disponibilizara a hospedar um determinado ser em seu ventre, por carma ou afinidade, mas ao chegar e envolver-se na densidade terrena esqueceu-se da promessa e eventualmente optou pelo aborto. (O esquecimento é para que se opere o mérito de tudo que nos acontece aqui).
A gravidez é uma formula da misericórdia divina para operar-se a evolução do ser/ essência que se instala num corpo físico e também dos pais. Pode ocorrer como provação e em circunstância adversa, incuído o estupro. Ainda assim, independente das leis humanas, isto não justifica o aborto. Justamente aí pode residir a grande prova, porque este planeta é também um campo de resgates e purificação. É irrelevante questionar quando começa a vida física: se na fecundação ou em que fase da gravidez, porque a vida já existe perene no ser que chega e teve início quando Deus criou todas as coisas. No sagrado cálice da mãe só se forma o corpo físico.
O aborto pela rejeição egoísta é um delito perante a lei dos homens e pela lei de Deus. Não tem a ver com religião e sim com a vida em sua dimensão cósmica. É um débito e uma nódoa no registro cármico de que o faz por aquela forma, do agente que o executa e de quem o prega. Uma gravidez é uma dádiva e ( salvo casos graves de risco) deve ser levada adiante.
A este texto do  jornalista Walmor Macarini, de Londrina, publicado recentemente no Jornal Folha de Londrina, gostaria de acrescentar que é importante a discussão no tema nesta campanha eleitoral, embora de forma equivocada, por alguns seguimentos religiosos e aproveitamento por marqueteiros políticos. Se há alguma alteração a fazer na legislação atual, do ponto de vista do Espiritismo, a única seria excluir a possibilidade de aborto por estupro e um maior rigor médico nos casos de risco de vida para a mãe. Particularmente penso que qualquer que seja o Presidente eleito não terá força para, por sua vontade, discriminalizar o aborto. Nenhum partido político, sozinho, conseguiria aprovar uma medida assim. Fiquemos tranquilos, os dois candidatos se dizem contra a mudança da legislação.

Valcir Martins, administrador, Maringá – PR

Declaração

Neste dias de intenso questionamento a respeito das opções, posições, pensamentos, opiniões e crenças, digo que:
1.- Sou a favor da descriminalização do aborto.
2.- Sou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
3.- Sou a favor das pesquisas utilizando células tronco.
4.- Sou a favor da inseminação artificial.
5.- Sou a favor da vasectomia.
6.- Sou a favor da adoção entre pessoas do mesmo sexo.
7.- Sou a favor da criminalização da homofobia.
8.- Sou a favor da liberdade religiosa.

Jorge Ulises Guerra Villalobos, cidadão brasileiro

Eleição, aborto e a infantilização da religião

De Jung Mo Sung:

Por que bispos, padres e grupo religiosos que sempre defenderam a separação radical entre a religião e política, que sempre criticaram a discussão política no âmbito da Igreja ou até mesmo a relação “fé e política”, estão fazendo, até mesmo nas missas, campanha aberta contra Dilma?
Uma primeira resposta poderia ser: hipocrisia. Respostas moralistas podem satisfazer o “juiz moralista” que todos nós carregamos no mais profundo do nosso ser, mas não são boas para nos ajudar a entender o que está acontecendo.Continue lendo ›

Fênix e a ressaca eleitoral

De Rogério de Oliveira Mendes:
Antes mesmo de ter sido encerrado as apurações dos votos já era possível sabermos quais seriam os possíveis candidatos eleitos e aqueles que teriam que se contentar com o título de ex-candidato.
Aos candidatos “vitoriosos” um mundo de magias, assédios; pedidos; responsabilidades e a inevitável sensação de poder e recompensa. Aos candidatos não eleitos, os chamados pelo senso comum de ‘derrotados’, resta àquela velha sensação de acordar com um gosto meio amargo na boca. O amargo sabor de quem veio de uma festa regada a álcool e fantasias que acorda no dia seguinte duro e com uma bruta ressaca.Continue lendo ›

Falta de democracia

Mais uma vez fomos vítima da ditadura, da força de governar, da proibição de se ter a própria vontade. A nossa companheira Andréia Berg, funcionária competente e leal com as suas atividades e trabalho no Gabinete do Prefeito, aproveitou seu direito de férias anuais para apoiar o seu amigo que sempre acompanhou em todos os projetos em servir, acreditando que a democracia já vigorava plenamente em nosso país e apoiou o nosso companheiro Sidnei Telles a deputado estadual. E como para mim não foi nenhuma novidade, “ela está sumariamente demitida”, e retornam aos seus cargos o senhores Ulisses Maia, Ton Schiavone, entre outros. Mas estaremos lutando até a exaustão junto com o povo para que todos tenham o seu direito de escolha, não vamos nos recolher, e sim vamos avançar, porque estamos com o povo. Ditadura é uma forma de governo em que o exerce seu poder sem respeitar a democracia, ou seja, governa de acordo com suas vontades ou com as do grupo político ao qual pertence.

José Fuji

Não temais, Deus não existe!

De Luiz Modesto, em comentário no blog que virou postagem:

Eu fico muito preocupado com declarações como a do Silvio 2º. Acredito que o futuro prefeito de Maringá deva ser um grande administrador, bem relacionado politicamente nas esferas estadual e federal, isso sim, algo fundamental. Se ele for da fé bahá’i, budista, ateu ou zoroastriano, pouco importa. O que se apresenta na declaração do prefeito é um prediletismo irracional, apaixonado, próprio dos fundamentalistas tais como os talebãs. Em outras esferas onde a religiosidade exacerbada dos gestores públicos se sobrepôs ao compromisso de administrar com competência, algo muito pior do que simples carolice aflorou – vamos lembrar do pessoal lá de Brasília agradecendo ao bom Deus depois de ratear dinheiro público desviado. Na íntegra.

Estado laico

O prefeito Silvio Barros disse em O Diário que seu sucessor deverá ser, em primeiro lugar, temente a Deus. Tal afirmação vinda de um homem público é, no mínimo, preocupante. Estado e religião não devem se misturar. Ainda mais no Brasil em que o Estado é laico. Vemos pelo mundo que a mistura desses dois temas não combinam. Boa parte das guerras foi desencadeada por essa perigosa junção. Estado é Estado e Igreja é Igreja. Assim deve ser.

Donizete Oliveira, professor e jornalista

Seria retaliação?

Do leitor:

A gasolina, na maioria dos postos de Maringá, está de R$2,74 a R$ 2,76. Seria retaliação de alguém por ter sido eleito? Ou é para fazer caixa para as dívidas de campanha e de processos judiciais? Ou é a máfia querendo se vingar por não emplacar seu candidato?

Qual é a estatura política e moral do presidente Lula?

De Ricardo Mota:

Qual a estatura política – e moral – do presidente Lula, o mais popular da História do Brasil, que teria afirmado estar “particularmente satisfeito” com a derrota de Heloísa Helena (segundo Bernardino Souto Maior, assessor do senador Renan Calheiros)? Poderíamos medi-la pela declaração feita na Fiesp, dias atrás, de que Delfim Neto é um dos maiores brasileiros de todos os tempos? Lembrando: o ex-ministro da Fazenda assinou o AI-5, responsável, também, pela tortura, sequestro e morte de centenas de brasileiros. Teria Lula o condão de torná-lo – um criminoso – num democrata libertário? Na íntegra.

Tiririca, o Jon Gnarr tupiniquim

De Luiz Modesto:

É muito mais grave a gritante descrença nos políticos devido aos inúmeros escândalos (alguns deles uma verdadeira palhaçada, como dólares na cueca, panettones a preço de ouro, dancinhas ridículas de parlamentares obesas após a absolvição de mensaleiros, momentos de agradecimento a Deus após o dinheiro público desviado ser repartido entre políticos “sérios”, etc), que o protesto de quase 1,4 milhão de eleitores entregarem seus votos a um palhaço. A leitura do ocorrido feita pelos comentaristas políticos queridinhos da mídia me parece manca e elitista, desprovida do real significado da eleição de Tiririca: um grito de socorro de um país descrente em seus políticos. Na íntegra.

Agora, Mozart!

De Diogo Maianrdi:

Neste domingo, Lula tentará eleger uma aparentada de Erenice Guerra como sua sucessora. Será seu ato final. Depois disso, acabou. Escrevo seu nome pela última vez em minha vida: Lula. E agora? Agora, Mozart! Na íntegra.

Orientações para um voto consciente

Do padre Sidney Fabril:

1. Examinar a vida, as idéias e os valores do candidato. Ver se é pessoa decente, que tem uma história passada de compromisso com os princípios que diz defender. 2. Examinar os projetos do candidato e do partido dele, já que ao eleger o candidato estamos também elegendo seu partido. 3. Votar em candidatos que defendem a dignidade da pessoa e da vida, desde a concepção até a morte, sobretudo dos mais pobres. 4. Votar em quem defende a cultura da paz através da inclusão social e da proteção contra as diversas formas de violência. Na íntegra.

A respeito de Ricardo Barros, o Ficha Suja

Do leitor:

O deputado Ricardo Barros pode respirar aliviado. Não vai dar tempo para a Justiça Eleitoral julgar a ação proposta contra ele pela Lei do Ficha Limpa. Considerando as pesquisas de intenção de voto, caberá ao eleitorado dar a sentença condenatória, o que é pior: Ricardo Barros escapa da condenação eleitoral, mas certamente não conseguirá escapar da condenação do eleitorado.
Segundo as projeções, dentre os quatro nomes mais citados candidatos ao Senado pelo Paraná, Ricardo Barros deve erguer o troféu… lanterninha… É a Lei da Semeadura, que, além de bíblica, faz parte da ordem natural das coisas. A conferir neste final de semana, durante o Fantástico, que promete um Domingo Espetacular…

O povo da vida

Do padre Júlio Antônio da Silva:

Quando se fala em pessoa, a gente quer caracterizar e determinar o indivíduo pertencente à espécie humana, com características próprias dessa espécie. Mescla-se dentro desse “composto unitivo” uma maravilhosa e ímpar composição. Nele encontramos elementos que o fazem mergulhar nesse universo unificante chamado vida. É este universo vital que forja a unidade constitutiva desse ser limitado, mortal e frágil em um ser espiritual, eterno, universal e infinito. Na íntegra.

De casas, pastores e lobos

De Maria Sylvia Carvalho Franco, ontem na Ilustríssima:

– É confrangedor ver a espinha humana vergar às técnicas de controle político: a curvatura cai da aparência física à indumentária, ao discurso, à identidade, perdida na aliança com personagens cujo estigma a candidata [Dilma Rousseff] quer afastar de si. Na íntegra.

Aprender a ser tolerante

Do padre Sidney Fabril:

Nosso mundo está marcado pelo individualismo, em formas até selvagens, como também pela violência, preconceitos, discriminação, racismo, intransigências religiosas e fanatismos. Isso é um verdadeiro veneno para a vida em comum. Para construir uma sociedade melhor é necessário aprender a lição da tolerância. A causa da intolerância está no fato de povos, raças, culturas, religiões, grupos e pessoas se acharem superiores aos outros, acabando por serem intransigentes a ponto de não suportarem posições diferentes como também de organizarem modos de suprimi-las. Na íntegra.

O “Day after”

De Rudá Ricci:

Ouço o jornalista do Globo News, Gerson Camarotti, afirmar que a figura de José Serra teria sido captada por pesquisas qualitativas como negativa à várias candidaturas estaduais tucanas. Citou explicitamente os estados de Minas Gerais e Paraná. Não deixa de ser surpreendente. Mais uma surpresa nesta campanha insólita em que um Presidente em  egundo mandato se delicia com os mais altos índices de aprovação; que uma candidata sem história política conhecida figura em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de votos e deve vencer a eleição em primeiro turno; e onde os partidos ficam nus em praça pública, revelando sua total fragilidade como instituições.Continue lendo ›

Os Herdeiros, os Santos e os Velhos Coronéis de Sempre…

De Luiz Modesto:

Faltando menos que quinze dias para as eleições, cá estou sem ter conseguido escolher todos os candidatos aos quais irei depositar meu singelo, porém, sagrado voto. Como eu, muitos buscam espaços alternativos para colher informações sobre os homens e mulheres que colocaram seus nomes à disposição para governar o país e o nosso estado nestas eleições. Não deixo de assistir ao horário eleitoral gratuito – pelo menos uma vez por semana eu me empenho em vê-lo inteiro – ,e principalmente no espaço destinado aos candidatos aos cargos a nível estadual, identifiquei três tipos de sujeitos. Na íntegra.

Porque a Igreja não diz em quem não votar

De padre Sidney Fabril:

Tenho recebido diversos e-mails que parecem querer obrigar as pessoas a não votar neste ou naquele candidato ou partido por causa de questões morais católicas, e ainda dizem que é posição da CNBB e da Igreja. Se a Igreja dissesse em quem não votar acabaria dizendo em quem votar. E aí estaria afirmando que tal candidato (a) está de pleno acordo com a Igreja. Será que algum dos candidatos (as) está de pleno acordo com a doutrina da Igreja (colocar pt. de interrogação). Com certeza, não. Se o critério para votar fosse estar em plena sintonia com a doutrina da Igreja não seria possível votar em nenhum. Na íntegra.

Bença, mãe

De padre Orivaldo Robles:

Ainda me surpreendo a calcular, no café da manhã, a hora melhor de sair para vê-la. Foi a rotina dos meus últimos doze anos, pelo menos. Devagar, vou-me acostumando com a idéia de que já não há necessidade. Estou aprendendo a viver sem ela. Eram diárias e, infelizmente, curtas as visitas. Como, no seu tempo, dom Murilo reconhecia, os padres de Maringá trabalham muito. Pouco mais, pouco menos, andam todos sobrecarregados. Quem menos aproveita a nossa companhia são justamente os de casa. Nenhum dos meus expressou, é bem verdade, sequer uma vez, a mais leve queixa. A começar pelo pai, falecido há 28 anos. Mas bem que eles gostariam de me ver a seu lado por mais tempo. Na íntegra.

Quatro vereadores vitoriosos

De Cezar Lima:

Não fora a ação corajosa de quatro vereadores da Câmara Municipal de Maringá – Marly, Mário Verri, Humberto Henrique e dr. Manoel Sobrinho -, a imprensa de Maringá e do Paraná não teria dado destaque à “apropriação” de 1 milhão e 100 mil reais dos cofres públicos municipais – para “doação” ao Sebrae-PR – instituição particular e que possui recursos próprios para “bancar” os eventos que quizer e para fazer aonde quiser. Depois da “desistência” oficial daquele órgão/instituição, “estão à procura de uma nova cidade” para realizar o evento. Fica a sugestão: Astorga, terra natal de seu Nogaroli e o prefeito de lá, seu Arquimedes, o”homem da alavanca”, gosta de “torrar” dinheiro público e igual ao prefeito de Maringá, responde a inúmeros processos em “crimes de responsabilidade” e outros e, espera-se sua cassação.

Viva a minoria!

De Paulo Vidigal:

Como definir a sessão da Câmara de hoje em que foi votado o projeto do Executivo que doaria R$ 1,1 milhão ao Sebrae? Polêmica não há dúvidas. Mas não foi só isso. O presidente do Sebrae/PR Jefferson Nogaroli usou a tribuna por cerca de vinte minutos. Não aparentava estar alegre, o que ele mesmo confirmou. Falou sobre o panfleto entregue pelos vereadores Humberto Henrique, Mário Verri e Marli que apresentava demandas sociais do município (saúde, moradia, etc). Primeiro, usou o tempo para demonstrar quanto a cidade ganharia com realização da feira. Surpreendentemente, finalizou dizendo que a feira em Maringá estava suspensa, não seria mais realizada aqui. Leia mais.

Deus tem palavra

De padre Júlio Antônio da Silva:

Normalmente, quando alguém é cumpridor da palavra dada, dizemos assim: “O fulano é pessoa de palavra”. Falou e garante a sua palavra. Falou e cumpriu. Ele não volta atrás. À qualidade de quem cumpre a palavra dada denominados de fidelidade, coerência, sinceridade, lealdade. Se assim qualificamos as pessoas cumpridoras da palavra dada, imaginem o que devemos dizer de Deus! Multipliquemos esses qualificativos ao infinito e aí teremos o resultado do modo de Deus ser e agir na história humana. Na íntegra.